Moeda virtual bitcoin começa a ganhar espaço no comércio brasileiro

Hostel em Florianópolis e bar em SP já aceitam pagamentos do tipo.
Taxa de transações é atraente, mas volatilidade da cotação pode ser risco.

O programador André Horta, de 30 anos, levou seu Honda Fit a uma oficina de Belo Horizonte para uma revisão mecânica que custou R$ 430. Para quitar a fatura, André não usou cartão de débito ou crédito, cheque ou mesmo dinheiro vivo. O pagamento nem foi feito exatamente em reais. Diego Silva, o dono da concessionária, recebeu um total de 0,22 bitcoins, a moeda virtual mais conhecida da internet e que pode ser um modelo para uma revolução nos meios de pagamentos e recebimentos em todo o mundo.

A transação só foi concretizada após uma conversa demorada, pois houve desconfiança do estabelecimento de Silva.

“O que ajudou muito foi que [o dono da oficina] podia receber na conta bancária dele em dinheiro”, diz André.

Mas por que então não fazer uma simples e usual transferência bancária? Justamente porque, respondem os defensores e entusiastas do bitcoin, não há bancos como intermediários. A moeda que só existe no ambiente virtual foi criada há apenas 4 anos e circula por meio de transações entre “carteiras” que existem nos computadores dos usuários. Também não há controle de nenhum banco central do mundo. Para especialistas, o bitcoin pode não durar, mas seu modelo deve permanecer.

Reza a lenda – e tudo realmente indica que seja somente uma lenda – que tudo começou com um japonês chamado Satoshi Nakamoto, com 37 anos na época. Ninguém nunca o viu pessoalmente e acredita-se que ele represente um grupo do setor financeiro europeu. O enigmático “criador” do bitcoin é também o maior detentor da moeda no globo: com mais de 1 milhão de BTCs, a fortuna virtual do “suposto” Nakamoto poderia valer mais de US$ 1 bilhão (R$ 2,35 bilhões). Curiosidade: o significado do nome Satoshi, em japonês, é “sábio”.

Em janeiro, a revista “Bloomberg Businessweek” perguntou: “Por que investidores estão tão loucos por uma moeda alternativa criada por um fantasma?” Em um recente relatório para investidores, o tradicional Bank of America respondeu: “Acreditamos que a moeda possa se transformar em um grande meio de pagamento para o comércio eletrônico e se tornar uma séria competidora a instituições de transferências tradicionais”. E Ben Bernanke, que acaba de deixar a presidência do poderoso Federal Reserve, o banco central dos EUA, deu uma bênção cautelosa: “Talvez seja uma promessa a longo prazo”.

Já os governos da China e da Tailândia proibiram o bitcoin. O motivo oficial é o temor de que a moeda seja usada em lavagem de dinheiro. Sua ampla utilização na “Silk Road” (Rota da Seda), um “esconderijo” na internet onde se comercializam drogas e armas, também deu uma pinta marginal à moeda, o que vem causando problemas para o avanço do bitcoin. No final de janeiro, o vice-presidente da fundação Bitcoin deixou o cargo após ser preso acusado de lavagem de dinheiro e de ligações com a Rota da Seda. A Apple retirou sem explicações um aplicativo de carteira digital de sua loja virtual.

Café em Vancouver, no Canadá, que aceita Bitcoins (Foto: Andy Clark/Reuters)Café em Vancouver, no Canadá, que aceita bitcoins
(Foto: Reuters)

O Banco Central brasileiro declarou em nota aoG1 que o assunto não tem importância no momento. “A própria lei estabelece que sejam regulados apenas os arranjos de pagamentos que, segundo avaliação técnica, possam ter importância sistêmica. O BC analisou o emprego de bitcoins e, por ora, considera que ele não é de relevância para o sistema financeiro brasileiro”.

Há vantagens e também riscos no bitcoin, e alguns comerciantes brasileiros estão começando a despertar para o seu uso. A mais visível delas é conseguir fugir das taxas de bancos e de operadoras de cartão. A adoção como meio de pagamento já ocorre no Brasil por 27 estabelecimentos comerciais, de acordo com o Coin Map – serviço que reúne lugares que se dispõem a receber pagamentos dessa forma. No total, já são mais de 2,6 mil em todo o mundo. A Campus Party Brasil em São Paulo, evento já tradicional voltado à tecnologia, teve um caixa eletrônico para troca de reais pela nova moeda.

Sem taxa de serviço
Transferir bitcoins atualmente não custa nada. Esse cenário torna a moeda atrativa para quem precisa enviar dinheiro de um país para outro, processo em que taxas bancárias e de câmbio inflam os custos. Já existem brasileiros donos de hostels (albergues), lojas de suplementos vitamínicos, bares e até profissionais como taxistas e chaveiros que fazem suas transações com bitcoins. Em Santos, no litoral de SP, um apartamento de 90 m² (com três quartos e dois banheiros) é vendido por US$ 250 mil (R$ 598,5 mil). O empresário Rodrigo Souza, que mora em Nova York, aceita apenas a nova moeda como forma de pagamento.

Adepto do bitcoin há cerca de dois meses, o Caracol Hostel de Florianópolis recebeu pela estadia de um hóspede alemão o valor de R$ 240, pouco menos de 0,1 BTC na época. Outros dois turistas da Polônia entraram em contato com o estabelecimento, fizeram reservas para se hospedar no local e avisaram que pagarão com bitcoins.

“Por que a gente não deveria aceitar?”, pergunta Enzo Baldessar, funcionário do hostel responsável pela implantação. “As operadoras de cartão de crédito cobram 5%. Em uma operação recente, um cara mexeu US$ 150 milhões (R$ 359 milhões) sem pagar nada de tarifa. É muito eficiente. Quanto ele não pagaria se fizesse uma operação interbancária? Seria dinheiro jogado fora.”

Talita Noguchi é uma das proprietárias do Las Magrelas, bar de São Paulo que já acieta Bitcoin (Foto: Guilherme Zauith/G1)Talita Noguchi é uma das proprietárias do Las Magrelas, bar de São Paulo que já aceita bitcoins (Foto: Guilherme Zauith/G1)

O bar e bicicletaria Las Magrelas, de São Paulo, entrou para o time pró-bitcoin relativamente cedo, em maio de 2013, e já registrou sete transações com a moeda. “Isso vai bombar a qualquer momento”, diz Talita Noguchi, de 27 anos, uma das proprietárias. “É absurdamente simples. Quando você vê o negócio acontecendo, percebe como é fácil. É meio sem sentido as pessoas terem medo, porque ainda por cima é superseguro.”

Com clientes fora do país, o escritório de design Modern Lovers, também de São Paulo, adotou o bitcoin em outubro do ano passado, quando recebeu o equivalente a US$ 6 mil (R$ 14,3 mil) na nova moeda para criar uma identidade visual de lâmpadas de LED carregadas com energia solar. O serviço foi encomendado por um australiano que chefia a subsidiária de uma firma do Reino Unido na África do Sul.

“A gente passou a usar bitcoin porque a gente recebia via banco. Além de demorar dias, recebendo US$ 100 ou US$ 1 mil vão cobrar aquelas taxas gigantes”, afirma Fabrício Bellentani, um dos sócios do escritório. “Mas ainda são muitos poucos os clientes que usam e têm essa noção”.

Moeda 'física' que brinca com o Bitcoin (Foto: Reuters)Moeda ‘física’ que brinca com bitcoin (Foto Reuters)

1 bitcoin = R$ 1,9 mil
É bom lembrar que as transações via bitcoin, apesar de não terem o registro de instituições financeiras, constituem comercialização de bens e, sem declaração à Receita Federal, podem representar fraude.

Além disso, há os riscos envolvidos: uma das preocupações de economistas é a volatilidade da moeda virtual. Um bitcoin valia US$ 0,01 em 2011, e sua cotação já atingiu US$ 880 (R$ 1,9 mil), o que mantém alguns comerciantes com um pé atrás. “Transformo isso em real quase imediatamente [para evitar problemas]“, diz Talita, do bar Las Magrelas, entusiasta da moeda.

Baldessar, do hostel de Florianópolis, afirma que, “por ser uma novidade ainda, existe uma grande volatilidade nos preços do bitcoin, por isso é interessante para o lojista e para o cliente fixarem o valor a ser pago em real e depois fazer a conversão para a nova moeda. Acredito que, quando o mercado estiver mais maduro, esse procedimento não será necessário. Os preços poderão ser fixados diretamente em bitcoin”.

É uma moeda virtual que, como qualquer moeda atual hoje no mundo, é baseada na confiança. Ela funciona e é usada enquanto todo mundo que usa acredita que ela funciona”
Pedro
Duarte Garcia,
professor da USP

Já o analista de sistemas Felipe Micaroni Lalli pensa de forma bem diferente. “Para mim, essa é uma forma de poupança, armazenamento de valor, assim como o ouro. É uma forma de fugir da volatilidade, inflação e incerteza estatal. Eu não confio no governo, então não vou manter meu dinheiro em uma moeda emitida e controlada por alguém que eu não confio.”

O administrador de sistemas Dâniel Fraga resume três possíveis usos para o bitcoin: moeda de troca, meio de pagamento, e investimento ou poupança. Mas há outros empregos possíveis, até alguns que não envolvem a moeda em si. Em maio de 2013, um programador argentino sugeriu que o sistema seja usado para confirmar a existência e a integridade de documentos em um determinado momento – algo como um “serviço notarial” digital. Um serviço assim hoje depende de certificados que custam cerca de R$ 300. “Imagine as inúmeras possibilidades do bitcoin que ainda não foram sequer exploradas”, avalia Fraga.

E os gigantes dos atuais meios de transação eletrônica, como será que veem o bitcoin? Para Edward McLaughlin, diretor de pagamentos emergentes da MasterCard, a utilização que é dada à moeda hoje e seu caráter anônimo fazem com que a empresa, por meio de suas políticas, não a inclua em seu circuito. “Se e quando [o bitcoin] se tornar parte do sistema regulatório aceitável, nós saberemos como tratá-lo da mesma forma que tratamos as várias moedas com que trabalhamos hoje”, disse o executivo ao G1.

Sem mediação de governos
Para o professor Pedro Duarte Garcia, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), o bitcoin não se diferencia muito de outras moedas sob o ponto de vista monetário.

“É uma moeda virtual que, como qualquer moeda atual hoje no mundo, é baseada na confiança. Ela funciona e é usada enquanto todo mundo que usa acredita que ela funciona. Isso é comum a qualquer moeda que a gente carrega no bolso.”

Além disso, o bitcoin não passa pelo sistema bancário e, por isso, não é regulado por nenhuma autoridade, o que gera preocupação em alguns países. Assim, organizações que tiverem suas economias bloqueadas por pedidos de governos – como o WikiLeaks, empresa que já teve interrompido o acesso à sua conta bancária – podem se beneficiar das facilidades de transferências de dinheiro entre países ao não passarem pelos sistemas convencionais.

“A atividade econômica não vai ser atingida por uma mudança. Mas quem sofre diretamente o impacto disso é o governo, porque a capacidade de arrecadação diminui, já que há uma série de impostos que dependem do sistema bancário ou de um sistema que conte com o CPF da pessoa, o que deixa de existir. [Isso] Gera desafios para o governo, e o governo pode ter impacto sobre a economia, porque compra bens na economia, oferece bens, participa das atividades”.

Na onda do bitcoin, mais de 200 moedas virtuais surgiram, aumentando a pressão sobre as autoridades financeiras e sobre empresas que lidam com dinheiro. “O bitcoin e outras moedas virtuais, se vierem para ficar, e não é claro que isso vá ocorrer, vão gerar uma série de desafios que a gente vai ter que enfrentar e com os quais não estamos acostumados”, diz Garcia.

A dificuldade de gerar bitcoins preocupa alguns entusiastas da moeda, que acreditam que seu valor, que já flutua em R$ 2 mil, só tende a subir. Por esse motivo, uma alternativa mais barata já foi criada: o litecoin.

Ao contrário do bitcoin, que usa o ouro como símbolo, o litecoin usa a prata. Em vez de cálculos que demoram cerca de 10 minutos para validar uma transação, o litecoin demanda 2 minutos e meio. O total de litecoins gerado será de 84 milhões, quatro vezes mais que de bitcoins. Dessa forma, o litecoin sempre valerá menos, servindo em especial para transações menores.

Em meio a incertezas sobre a cotação e a origem das novas moedas virtuais, quem já está nessa não diminui a empolgação. “O bitcoin é a maior invenção desde a internet, é uma tecnologia, um protocolo que já foi inventado e é útil. E não tem como desfazer uma invenção genial”, afirma o analista de sistemas Felipe Micaroni Lalli.

BBB12 – Após dormirem juntos, Yuri e Laisa dão beijo comprometedor

Após dormirem juntos, Yuri e Laisa dão beijo comprometedor

FAMOSIDADES

FAMOSIDADES

Depois da troca de olhares e massagens durante toda a noite, Yuri e Laisa não se desgrudam mais. Os dois até protagonizaram uma cena bem romântica na tarde desta sexta-feira (13). Enquanto a sister estava deitada no sofá, ele deu um beijinho bem comprometedor, que não foi flagrado pelas câmeras. Mas pelo que pareceu, o lutador deu um beijo na testa e desceu para a boca. Será o primeiro casal do “BBB12″?

A Cruz de Einstein e a curvatura do espaço-tempo

Quando se fala em miragem, quase sempre nos vem à mente aquelas paisagens do deserto ou das estradas, onde uma falsa imagem é criada pelo desvio da luz refletida na areia ou asfalto quente. No Universo essas miragens também acontecem, mas são provocadas por motivos bem diferentes.

A imagem ao lado é um exemplo típico de um desses fenômenos, chamado de Cruz de Einstein. A cena, captada pelo telescópio espacial Hubble mostra uma distante galáxia envolta por quatro pontos centrais que parecem ser o seu núcleo. Parece, mas não é.

O que se vê na imagem é na realidade a luz proveniente de um distante e poderoso objeto, que ao passar pelo intenso campo gravitacional da galáxia é dividida em quatro feixes, em um mecanismo conhecido como “lente gravitacional”.

Em 1915, Albert Einstein comprovou que a massa de um grande objeto pode criar uma curvatura no espaço-tempo ao seu redor, capaz até mesmo de curvar a trajetória de um raio de luz que passe pelas imediações. Dessa forma, um grupo de galáxias de grande massa também provoca uma forte curvatura no espaço-tempo, fazendo com que todos os raios luminosos que atravessem a região sejam curvados, formando uma verdadeira lente cósmica.

Ao curvar a luz dos objetos, uma lente gravitacional permite enxergar outros elementos que estejam atrás das galáxias, criando uma ferramenta de grande utilidade no estudo do Universo. No caso da imagem mostrada, o objeto visualizado é um poderoso quasar escondido atrás do centro da galáxia, que não seria visível se não fosse a deformação do espaço-tempo criada pela colossal força da gravidade.

Lentes diferentes
Nem todas as imagens criadas pelas lentes gravitacionais são iguais e dependem da geometria dos elementos envolvidos na criação da lente. Se a lente é esférica, por exemplo, a imagem resultante se parecerá com um anel luminoso, chamado “anel de Einstein”. Se for alongada a imagem irá parecer como a “Cruz de Einstein”, dividida em quatro. Se a lente é formada por um aglomerado de galáxias teremos a formação de arcos ou “arclets” de luz, grosseiramente descritas como tendo a forma de uma banana.

Atualmente, os cientistas já observaram mais de 500 lentes gravitacionais, mas para que sejam úteis precisam ser cuidadosamente estudadas para se conhecer exatamente como elas curvam os raios luminosos. Este estudo é altamente complexo e até o momento somente dez lentes desse tipo foram completamente compreendidas.

Einstein e o eclipse de Sobral
A primeira vez que a curvatura do espaço-tempo foi observada na prática ocorreu durante o eclipse solar de 1919. Na ocasião, um grupo de astrônomos da Royal Astronomical Society de Londres veio até a cidade de Sobral, no Ceará, com o objetivo de medir o desvio da luz de uma estrela ao passar pela borda do disco solar.

Segundo Einstein, a luz da estrela deveria ser desviada em 1,75 segundos de arco, duas vezes maior que o previsto pela teoria de Newton.

No dia do eclipse, em 29 de maio, os cientistas fizeram sete boas imagens do fenômeno e em novembro do mesmo ano a Royal Astronomical Society anunciou que os resultados obtidos confirmavam o desvio da luz e a teoria de Albert Einstein.

Fotos: No topo, típica lente gravitacional mostra a luz de um poderoso quasar posicionado atrás da galáxia. Sem a curvatura do espaço-tempo não seria possível ver o objeto. Acima, “chapa” do eclipse total do Sol visto em Sobral, no Ceará. As marcas verdes são as estrelas usadas como referência para a comprovação da teoria de Albert Einstein. Créditos: Nasa/Hubble Science/Apod/Royal Astronomical Society/Apolo11.com.

Com participação do ex-goleiro Marcos e problemas no abre-alas, Mancha Verde fecha desfiles da primeira noite em São Paulo

A Mancha Verde encerrou o 1º dia de desfiles do Carnaval paulistano por volta das 7h40 deste sábado (18), com o dia clareando, abalada pelos problemas que ocorreram no carro abre-alas. Dirigentes e integrantes da comissão de frente não seguraram as lágrimas no início do desfile.

Apesar de um pedaço da primeira alegoria ter despencado, a escola prosseguiu com a apresentação. Em seu enredo, “Pelas mãos do mensageiro do axé, a lição de Odu-Obará: a humildade”, trouxe lendas e contos usados para transmitir os ensinamentos do candomblé.

Antes da Mancha, passaram pelo Anhembi, Camisa Verde e Branco, Império de Casa Verde, X-9 Paulistana, Vai-Vai, Rosas de Ouro e Acadêmicos do Tucuruvi, nesta ordem.

Mancha Verde desfila no primeiro dia do Carnaval 2012 em São Paulo

 
 
Foto 14 de 37 – A ex-Panicat Juju Salimeni representando a pombagira Maria Padilha em desfile da Mancha Verde (18/2/2012) Alexandre Schneider/UOL

O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Jéssica e Fabiano, representaram o candomblé. Já a última alegoria, o mundo sonhado por Olorum, o criador, trouxe crianças para falar do futuro.

A modelo Viviane Araújo foi a rainha de bateria e a ex-panicat Juju Salimeni, a musa da Mancha Verde, que ficou em 4º lugar no Carnaval passado. Quase nua, Juju desfilou com o corpo coberto apenas por um tapa-sexo e tinta.

Viviane Araújo, madrinha de bateria, trazia uma fantasia toda colorida, pensada para se destacar à luz do dia. “Queria algo de mais destaque, já que vamos desfilar cedo”, disse antes do desfile.

O ex-goleiro Marcos, acompanhado de sua mulher e filha, foi o destaque do último carro, “O Mundo que Olorum Sonhou”, em que enormes peixes móveis, uma grande mãe natureza e um mar azul representavam um mundo ideal.

Primeira noite em São Paulo
Quem abriu a noite de desfiles do Carnaval paulistano foi a agremiação Camisa Verde e Branco, que apresentou o enredo “É o Amor”, e teve o desfile marcado por uma queda na harmonia para evitar o atraso das últimas alas.

Em seguida, a Império de Casa Verde apresentou um enredo sobre óculos, usando telas de LED para dar destaque a um dos seus carros alegóricos.

A X-9 Paulistana cantou a história do “Brasil Sertanejo” e misturou Rali dos Sertões e Semana de Arte Moderna entre suas alas.

A Vai-Vai ficou marcada pela presença maciça de celebridades, que incluiu desde atrizes como Marisa Orth e Claudia Raia a cantoras como Elza Soares e Paula Lima e políticos como Eduardo Suplicy e Soninha Francine, que homenagearam as mulheres brasileiras.

O desfile da Rosas de Ouro teve a participação do empresário Roberto Justus e sua mulher, Ticiane Pinheiro. Também chamou atenção o orçamento milionário, cerca de R$ 3 milhões divididos em carros luxuosos e fantasias opulentas.

Antes da Mancha Verde, última escola da madrugada, a Acadêmicos do Tucuruvi apresentou um enredo sobre a África, investindo em materiais naturais em suas alegorias.

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Saiba mais sobre: Mancha Verde

Briga entre torcida no Egito deixa 74 mortos, impressiona Blatter e mundo do futebol

Uma briga generalizada entre torcedores de dois clubes rivais no Egito assustou o mundo do futebol nesta quarta-feira. O confronto campal e nas arquibancas entre fãs do Al-Masri e Al-Ahli resultou em 74 mortes e 188 feridos. A informação é atualizada a todo momento pelo governo egípcio, por meio da tv estatal. 

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmou que esta quarta-feira é um “dia negro” para o futebol. “Estou atordoado e lamento muito saber que, nesta noite, um grande número de torcedores de futebol morreu em uma partida no Egito”, comentou.

Briga generalizada entre torcidas vira tragédia no Egito

O prefeito de Port Said, El-Amiry, disse que as mortes foram causadas pelo tumulto e por sufocamentos. Um médico de um necrotério da cidade disse que alguns dos mortos eram agentes de segurança. O vice-ministro da Saúde, Hesham Sheiha, já decretou: “É o maior desastre da história do futebol do Egito”.

FEDERAÇÃO SUSPENDE CAMPEONATO EGÍPCIO

A Federação Egípcia de Futebol decidiu suspender o campeonato nacional por tempo indeterminado após as mortes ocorridas na partida entre Al-Masri e Al-Ahli, nesta quarta-feira. O presidente da entidade, Samir Zaher, anunciou o cancelamento e pediu “uma investigação urgente dos acontecimentos por um comitê de investigação para mostrar a verdade ao público”.

As declarações sobre o evento impressionam. O jogador egípcio Mohamed Abou-Treika relatou as cenas fortes e criticou as autoridades locais.

“As forças de segurança não nos protegeram. Um fã acaba de morrer no vestiário diante de mim. É culpa nossa, porque jogamos esse jogo. As autoridades estão com medo de cancelar o campeonato porque só se preocupam com dinheiro, não importa a vida das pessoas”, disse.

O confronto começou quando um torcedor levantou uma faixa insultando os rivais no segundo tempo. Após o apito final quando os torcedores do Al Masry, que venceu o jogo por 3 a 1, invadiram o campo para agredir os jogadores e a comissão técnica do Al Ahly. Os vândalos começaram a jogar pedras, fogos de artifício e garrafas sobre os rivais.

Briga de torcedores acaba em tragédia no Egito

 
 
 
Foto 5 de 24 – Torcedores ateiam fogo no estádio do Cairo, no Egito Mais Reuters

Muitos dos presentes apontaram completa falta de segurança e ausência de policiais no local. Outras testemunhas disseram que os policiais permitiram a entrada de torcedores do Marsy no espaço reservado aos fãs do Ahly nas arquibancadas.

O chefe do Conselho Supremo de decisão das Forças Armadas, Hussein Tantawi, enviou dois aviões militares para transferir os feridos junto com o pessoal técnico da equipe Ahly para Cairo. Até a noite desta quarta-feira, 47 pessoas haviam sido detidas em função dos episódios de violência.

A televisão estatal do Egito anunciou que os parlamentares irão se reunir em regime de urgência para tratar da violência em Port Said

Outra confusão aconteceu em em um estádio de futebol em Cairo. Os torcedores atearam fogo dentro do estádio do Cairo durante o duelo entre Zamalek e Ismaili. O jogo foi suspenso a pedido das equipes.

OUTRAS TRAGÉDIAS NO FUTEBOL

Ano Tragédia
1964 Peru e Argentina se enfrentaram em Lima (PER) no Torneio Pré-Olímpico. Os visitantes ganhavam por 1 a 0, e o juiz anulou um gol legítimo do time local, revoltando os 54 mil torcedores, que passaram a atirar pedras e garrafas no campo, além de invadir o gramado. Mais de 120 morreram e outros 90 ficaram feridos na confusão.
1968 No clássico argentino entre River Plate e Boca Juniors, a torcida causou um incêndio ao botar fogo em uma pilha de papel. O fogo afastou os torcedores, que correram e se tumultuaram a saída. 74 morreram e cerca de 150 se feriram.
1989 No jogo entre Nottingham e Liverpool, pela Copa da Inglaterra, o estádio estava lotado e muita gente ficou para fora. As cerca de 5 mil pessoas forçaram a entrada, derrubaram o portão e invadiram o estádio, que ficou superlotado. Na confusão, aproximadamente 100 mortos e 200 feridos.
1996 Guatemala e Costa Rica duelariam pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo. A capacidade do estádio era de 45 mil pessoas, mas foram vendidos 60 mil ingressos. Na confusão, muita gente ficou prensada contra o alambrado, morreram 84 pessoas e 150 ficaram feridos. O jogo acabou suspenso.
2001 Em Gana, torcedores do Hearts of Oak e Kumasi Kotoko, dois times de maior rivalidade do país, se enfrentaram na arquibancada. Mais de 120 pessoas morreram e outras 90 ficaram feridas após os conflitos.
2007 Ao menos 50 pessoas morreram em um atentado contra torcedores do Iraque, que festejavam uma vitória da seleção local na Copa da Ásia.
   

* Com agências internacionais

* Atualizada às 21h11

Fonte:  UOL Esportes

Executiva demitida do Banco Mundial alega que alienígenas controlam as finanças do planeta

Executiva demitida do Banco Mundial alega que alienígenas controlam as finanças do planeta
Publicada el 23/05/2014 en NEWS WORLD
Karen Hudes saiu da instituição em 2013 após denunciar corrupção no órgão e afirma em entrevista que alienígenas pretendem escravizar a humanidade pelas finanças

CRÉDITO DA MATÉRIA: REVISTA UFO

A Ufologia Mundial está nos últimos dias debatendo as alegações de Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial, de que alienígenas controlam as finanças da Terra. De acordo com o que disse em uma entrevista que concedeu ao apresentador Fabio Complejo, seres não humanos controlam as instituições financeiras mundiais e o Vaticano.

Karen Hudes estudou na Escola de Direito de Yale e depois formou-se em economia na Universidade de Amsterdã. Trabalhou de 1980 a 1985 no US Export Import Bank, em seguida no Departamento Legal do Banco Mundial de 1986 a 2007. Em 2013 seu nome chegou às manchetes por ter sido demitida do Banco Mundial após ter acusado a instituição de corrupção. Hudes, desde então, tem se dedicado a denunciar uma suposta elite que controla a economia mundial.

A economista faz suas alegações mencionando um estudo suíço publicado no site Plos One. Esse artigo aponta que um pequeno grupo de entidades, divididas entre instituições financeiras e bancos centrais de algumas nações, exerce uma descomunal influência na economia mundial atuando desde os bastidores, sem qualquer divulgação. Hudes afirma: “O que acontece é que os recursos mundiais são dominados por esse grupo. Eles têm tido permissão para fazer isso”.

INFLUÊNCIA ALIENÍGENA

 

CRÉDITO: ARQUIVO

Karen Hudes em uma das entrevistas que concedeu

Karen Hudes em uma das entrevistas que concedeu

 Informações relacionadas nas fontes consultadas dão conta de que o estudo suíço, realizado por pesquisadores do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, analisou as relações entre 37 milhões de companhias e investidores por todo o mundo. Eles chegaram à conclusão de que 147 megacorporações controlam cerca de 40 por cento da economia global. Entre algumas dessas corporações estariam o Barclays Bank, JPMorgan Chase & Co, and The Goldman Sachs Group, que influenciariam as políticas de vários bancos centrais, do Banco Mundial e do próprio Fundo Monetário Internacional (FMI).

Contudo, as alegações mais bombásticas de Karen Hudes são mesmo a respeito da influência alienígena nesse processo. Na entrevista cujo vídeo pode ser assistido abaixo ela afirma que os seres são chamados Homo Capensis: “São criaturas não humanas, de cabeça alongada e que controlam o Vaticano e os bancos de todo o mundo. Estiveram na Terra, ao lado da humanidade, antes da Idade do Gelo”. Ela tenta dar substância às suas alegações mencionando faraós e certa arte egípcia mostrando seres com crânios alongados, como os encontrados na América do Sul.

Contudo, sabe-se muito bem que certas culturas tinham como hábito alongar os crânios apertando faixas nos crânios de recém-nascidos. Alegar uma fantástica conspiração mundial sem apresentar provas também não requer muita imaginação. Finalmente, vários ufólogos têm criticado as manifestações de Karen Hudes, como o editor da Revista UFO, A. J. Gevaerd, que comentou a respeito o seguinte:

“Acredito que a senhora Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial, tenha cometido um grande exagero ao afirmar que extraterrestres comandariam a economia mundial e o Vaticano. Não acredito nisso. O que acredito, no entanto, é que a realidade da presença alienígena na Terra é conhecida pelos grandes países e muito mais ainda pelo Vaticano, e que as autoridades de todas estas nações não ignoram o assunto, embora não o comentem publicamente. Seria natural que pautassem muitas de suas ações levando à questão ufológica em consideração, mas daí a se dizer que ETs comandam nossa economia é de um exagero cavalar”.

Assista a entrevista de Karen Hudes:

 

CRÉDITO: REVISTA UFO

Novos agroglifos em Chicoana

A cidade de Chicoana, norte da Argentina, divide com Ipuaçu a distinção de serem as únicas na América do Sul até o momento a ser brindadas com o fenômeno dos agroglifos. Tem sido assim pelo menos desde 2008, quando os primeiros desenhos em plantações foram descobertos nos dois lugares.

Mercedes Casas, de Salta, consultora da Revista UFO, visitou no sábado, dia 27 de outubro, a mais nova formação a surgir em Chicoana. Ela comenta que foi alertada por um conhecido local, Gustavo Cavallo, de que o agroglifo havia surgido no domingo anterior, 21 de outubro.

A pesquisadora descobriu que eram poucos os campos de trigo em Chicoana, pois nos anos anteriores as estranhas ocorrências e desenhos causaram um grande afluxo de pessoas para a região, e no afã de visitar os círculos as pessoas pisoteavam plantas saudáveis. O resultado foram crescentes prejuízos dos produtores rurais, que não tinham como colher os caules dobrados que não ficam ao alcance das lâminas das máquinas colheitadeiras.

Mercedes constatou a presença de dois agroglifos em campos vizinhos, o maior medindo cerca de 25 metros. É o mesmo lugar onde surgiram desenhos em 2011, e a pesquisadora bateu algumas fotos e constatou que não existiam plantas danificadas foram dos desenhos, o que comprova que não houve acesso de pessoas na área. Infelizmente, de acordo com ela, havia funcionários das propriedades impedindo a entrada no local.

O segundo agroglifo é menor, e foi descrito por Mercedes como semelhante a uma suástica de três braços, com uma extensão de sete ou 8 metros. Mercedes afirma que no ano passado, no mesmo local, havia vans de turistas e as pessoas invadiam e pisoteavam os campos, o que certamente motivou a proibição dos proprietários destes a qualquer entrada nesta oportunidade.

A pesquisadora se dirigiu a seguir para a aldeia próxima, a fim de tomar depoimentos. De acordo com o que apurou, misteriosas luzes noturnas têm sido avistadas há vários anos, e as pessoas já se habituaram a esse fenômeno de tal forma que já perderam o interesse por ele. Mercedes aponta que foram inúmeros os avistamentos nos últimos anos.

Casas também descobriu que não existe qualquer interesse, seja da parte do governo do município ou de seus habitantes, nba promoção de Chicoana como região turística devido ao aparecimento dos agroglifos. Ela destaca que pelo contrário ninguém deseja chamar a atenção, a fim de que o trabalho nas plantações não seja novamente perturbado por curiosos.

Mercedes também conseguiu um vídeo, gravado por Gustavo Ferreira Montalbetti, que frequentemente visita a região e conseguiu entrar em um dos agroglifos. A pesquisadora conclui que não existe evidência de que os agroglifos sejam uma fraude, apontando a ausência de plantas danificadas fora dos desenhos, e o desejo dos moradores da região que não desejam publicidade. Casas destaca que são pessoas simples, dedicadas a seu trabalho, sem qualquer desejo por fama. Ela aponta que lamentavelmente não existem amostras do trigo para serem analisadas, mas conclui que provavelmente os novos agroglifos de Chicoana são autênticos.

Confira o vídeo gravado no interior de um dos agroglifos

 

Cientistas perfuram Antártida em busca da água mais pura e antiga

Invisível a olho nu, o lago Vostok abriga um ecossistema único, repleto de oxigênio com níveis 50 vezes superiores aos de água doce comum. Para estuda-lo, pesquisadores estão perfurando o gelo antártico em uma exploração fundamental para o estudo da mudança climática na Terra.
A expedição russa chegou ao continente gelado em 28 de novembro de 2010 e levou mais de um mês somente para preparar os equipamentos e analisar as mudanças observadas no gelo.

“Já estamos a 3736 metros de profundidade e devem faltar entre 10 e 50 metros para chegar ao lago”, disse Valery Lukin, subdiretor do Instituto de Pesquisas Árticas e Antárticas da Rússia, com sede em São Petersburgo. Segundo o cientista, o método empregado para calcular a profundidade se baseia na análise sísmica e na radiolocalização, com margem de erro estimada em 20 metros.

Embora a profundidade exata seja desconhecida, Lukin acredita que a superfície do Vostok seja alcançada nas próximas semanas.

No ano passado, o perfurador superou 70 metros de gelo grosso em menos de um mês, mas os trabalhos tiveram que ser suspensos em novembro, quando o aumento da pressão e a diminuição das temperaturas obrigaram a paralisação das máquinas.

Para os pesquisadores russos, os resultados da exploração do lago Vostok serão fundamentais para o estudo da mudança climática na Terra durante os próximos séculos. Segundo as pesquisas, o local é único e abriga um ecossistema que está repleto de oxigênio com níveis 50 vezes superiores aos de água doce.

“A água do Vostok é provavelmente a mais pura e antiga do planeta”, disse Lukin. “Não temos provas concretas, mas dados indicam que a superfície é estéril, embora nas áreas mais profundas possa haver formas de vida adequadas às condições extremas, como os termófilos e extremófilos”.

Lago Vostok
Localizado a cerca de 4 mil metros de profundidade no centro da Antártida, o lago Vostok tem cerca de 300 quilômetros de comprimento por 50 km de largura. Em algumas áreas sua profundidade atinge aproximadamente 1 km.

Sua superfície é de 15690 km quadrados, equivalente ao lago Baikal, localizado na Sibéria e considerado o maior reservatório de água doce do mundo.

Graças ao seu peculiar enquadramento geográfico, o lago permaneceu desconhecido por muito tempo e só foi descoberto em 1957 por cientistas russos, mas apenas em 1996 se descobriu a sua verdadeira extensão.

O lago permanece como uma das últimas zonas por explorar do planeta Terra e devido ao seu isolamento da atmosfera, presume-se que sua água esteja aprisionada há pelo menos 1 milhão de anos.

 


Arte: Imagem mostra a localização do lago Vostok, abaixo do gelo Antártico. Crédito: Arctic and Antarctic Research Institute, Apolo11.com.

 


Mangueira forma bloco com público e canta 50 anos do Cacique de Ramos

Bateria foi protagonista e fez Sapucaí lotada acompanhar samba cantando.
Escola foi terceira colocada em 2011 e, agora, quer título com homenagem.

A Mangueira decidiu ampliar ainda mais o recém-reformado sambódromo: levou os 72,5 mil espectadores para dentro da pista.  No carnaval 2012, a verde e rosa tentou mostrar que a Marquês de Sapucaí também pode ser palco para os tradicionais blocos de rua contando a história do Cacique de Ramos, que completou 50 anos em 2011.

A bateria da escola prendeu a atenção dos integrantes desde antes do começo do desfile. Com o anúncio de uma “paradinha” de dois minutos, a expectativa de quem desfilava ou acompanhava o desfile era saber como a escola se comportaria no período e como faria a retomada do samba.

A proposta foi cumprida sem complicações, apesar de uma falha pontual no carro de som. A  empatia do público com o enredo não deixou o ritmo cair durante a pausa dos instrumentos. Pouco depois dos 20 minutos de desfile, enquanto bateria e intérprete silenciaram, a arquibancada cantou sem perder o fôlego o samba do enredo “Vou festejar! Sou Cacique, sou Mangueira”.

Se no ano passado a escola ficou em terceiro lugar com um enredo sobre Nelson Cavaquinho, em 2012 continua a sonhar com as melhores notas na apuração. Além das inovações da bateria comandada por mestre Ailton Nunes, a escola conta com alegorias e fantasias luxuosas para conquistar o sonhado título.

 

Evolução
No meio do desfile, a bateria protagonizou junto com o primeiro casal de mestre sala e porta-bandeira um momento especial do desfile. Em meio a uma nova longa parada dos instrumentos, os ritmistas se dividiram abrindo espaço para a passagem do casal e de um tripé que representava uma mesa de pagode. “Foi um tsunami Verde e Rosa. A paradona da Mangueira foi 100%”, disse o presidente da escola, Ivo Meirelles.

Alegorias
No carro abre-alas, “Sou Cacique, Sou Mangueira”, a escola homenageou o fundador do bloco Cacique de Ramos. Uma escultura gigante de um índio tocava o surdo, símbolo da escola verde e rosa. A segunda alegora foi batizada de “Praça XI – A pequena África de Tia Ciata”. Ela é uma lembraça da região dos arredores da casa de Tia Ciata, considerada a “mãe do samba”.

O quarto carro simbolizava uma charrete enfeitada, o primeiro tipo de carro alegórico do carnaval carioca. A quinta alegoria, “Festa da Penha, A Festa do Samba”, representava as festas que ocorriam no adro da Igreja de Nossa Senhora da Penha.

O sexto carro trouxe o “Duelo da Alegria”, que apresentava os dois blocos rivais: Bafo de Onça x Cacique de Ramos. As alas que seguiram o carro neste setor lembraram os mais famosos sambas do bloco.

O último carro da Mangueira lembrava a roda de samba do Cacique, encontro que viu nascer sucessos nas vozes de Beth Carvalho, Almir Guineto, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Jorge Aragão. A alegoria trazia a reprodução de uma tamarineira, árvore que emprestava sua sombra para o encontro dos sambistas.

Confira todos os vídeos
 

 

Comissão de frente
 

 

Bateria

 

 

 

Bateria faz evolução com mestre-sala e porta bandeira
 

 

Samba
 

 

Carro mostra embate de blocos: Bafo de Onça x Cacique de Ramos 
 

 

Personalidades do samba
 

 

Scheila Carvalho, destaque
 

 

Renata Santos, rainha de bateria
 

 

Presidente do Cacique fala da homenagem
 

 

 

Ivo exalta bateria 

 

Fonte: G1 (globo)

Simulação mostra trajetória do meteoro russo

Um dia depois do impacto de um meteoro sobre a cidade russa de Chelyabinsk, algumas perguntas começam a ser respondidas de modo mais consistente. Estima-se agora que a rocha flamejante tinha cerca de 15 metros de diâmetro e durante a ruptura liberou energia equivalente a 300 mil toneladas de TNT.

 

Simulacao trajetoria meteoro russo
Clique para ampliar
Modelos orbitais que simulam a entrada de objetos na atmosfera indicam que os primeiros instantes de ruptura da rocha ocorreram entre 40 e 50 km de altitude, sobre a cidade de Bratsk, na região central da Rússia. Nesse instante o meteoroide tinha massa estimada em 7 mil toneladas e se deslocava pelo espaço a 52 mil km/h.

Durante a ruptura o objeto se partiu em vários pedaços que cruzaram mais de 3 mil quilômetros até explodir acima da cidade de Chelyabinsk, no sul dos Montes Urais, já próximo à fronteira do Cazaquistão. A explosão ocorreu entre 10 e 15 km de altitude e gerou a poderosa onde de choque responsável pela quebra de vidraças e danos nas construções.

 

O choque do meteorito russo foi o maior evento desse tipo nos últimos 100 anos e o segundo mais devastador da Era Moderna, só ultrapassado pelo Evento de Tunguska em junho de 1908, quando o choque de um cometa de 120 metros acima da região da Sibéria devastou pelo menos 2 mil km quadrados de florestas.
Passou sobre o Brasil?
De acordo com o modelo computacional gerado pela empresa AGI, que fornece os programas de simulação usados pela NASA, a ruptura inicial ocorreu em algum ponto acima da Rússia. Dessa forma, seria impossível que algum satélite captasse a passagem da bola de fogo sobre o território brasileiro oito horas antes, conforme noticiado pela mídia não especializada.

 


Entretanto, imagens feitas pelo satélite geoestacionário europeu METEOSAT registraram a passagem do bólido acima do território russo.
Vigilância do Espaço
Após a queda do meteorito, muitas pessoas passaram a culpar a NASA, a agência espacial americana, por não ter monitorado o espaço adequadamente ou até mesmo ter escondido a informação sobre o impacto.

Teorias conspiratórias à parte, o que parece confundir a maioria das pessoas está na própria incapacidade de detecção. Afinal, se os astrônomos observam galáxias a bilhões de anos-luz de distância, porque não conseguem ver os asteroides que estão tão próximos, em rota de colisão?

Apesar de serem dúvidas aparentemente desconexas, a chave para a resposta de ambos os questionamentos está no tamanho e no brilho dos objetos e são essas características que tornam os asteroides tão difíceis de serem detectados.

Antes de tudo é preciso entender que os asteroides não são astros com luz própria, mas refletores da luz solar. Como a maioria deles é formada por rochas pequenas e escuras sua observação se torna extremamente difícil, principalmente quando se encontram visualmente próximos ao Sol, quando a intensa luz da estrela ofusca completamente as observações.

Além disso, por se moverem muito rápido pelo céu são necessárias técnicas especiais para sua detecção, que comparam centenas de imagens CCD registradas diariamente na tentativa de identificar um possível ponto móvel em cenas sequenciais.

Quando um candidato a novo asteroide é detectado por algum telescópio, uma mensagem é imediatamente enviada a outros observatórios informando as coordenadas celestiais da localização do objeto. Em seguida, após uma série de observações a órbita do asteroide é calculada e só então a descoberta é publicada.

Mesmo com toda a tecnologia disponível, o pequeno tamanho e o baixo brilho impedem uma detecção a longa distância das rochas pequenas. Quando as imagens revelam um novo objeto, este normalmente já está bem perto da Terra e pouco pode ser feito.

Unidos da Tijuca é a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro 2012

  • Zulmair Rocha/UOL

    Integrantes da Unidos da Tijuca comemoram o tricampeonato na quadra da escolaIntegrantes da Unidos da Tijuca comemoram o tricampeonato na quadra da escola

A escola de samba Unidos da Tijuca foi eleita campeã do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro 2012. O resultado saiu após as leituras das notas, na tarde desta quarta-feira (22), na Praça da Apoteose. Apesar de a disputa ter seguido apertada, a agremiação se manteve à frente o tempo todo, brigando com Salgueiro (2ª colocada) e Vila Isabel (3ª).

PLACAR FINAL DA APURAÇÃO

As escolas Renascer de Jacarepaguá e Porto da Pedra foram rebaixadas do Grupo Especial.

Este é o terceiro campeonato da Unidos da Tijuca no Carnaval carioca. Seu primeiro título veio em 1936, e depois passou por um longo jejum até faturar o bicampeonato, em 2010. No ano passado, ficou em 2º com a homenagem a Zé do Caixão em “Esta Noite Levarei Sua Alma”.

Neste ano, Luiz Gonzaga e a cultura nordestina foram o tema da agremiação tijucana, que entrou na avenida às 3h da madrugada da última terça-feira (21), com 3,5 mil componentes, 34 alas e sete alegorias do carnavalesco Paulo Barros.

Curiosamente, depois do desfile, Barros admitiu que não estava completamente satisfeito com o enredo. Para ele, o desfile foi “a contento”.

“Tenho preferência por enredos autorais, mas a partir do momento que foi decidido, devo abraçar a causa. Quando tenho algo próprio, as ideias vêm com mais rapidez”, disse Barros. “Eu assisti à apuração em Ipanema. Em Carnaval a palavra mágica é trabalho. Posso falar até de azeitona, que vou falar bem!” Ele confirmou que continua na escola em 2013, mas pretende tirar férias antes de voltar ao trabalho. 

“Não foi difícil convencer o Paulo”, disse Fernando Horta, presidente da escola vencedora. “A gente tem um bom diálogo, e eu sempre aceitei o que ele quis. Algum dia ele teria que aceitar uma vontade minha. A Tijuca fez um desfile difícil e altamente técnico”, disse. Horta chegou à quadra da escola pouco antes das 19h, levando o troféu da campeã.

“A Bateria foi nota 10 mais uma vez. Tem algumas pessoas a quem eu queria dedicar esse título: a comunidade do Borel e aos meus 272 ritmistas que entenderam a nossa proposta e que muitas vezes tiveram que abdicarde suas famílias para ensaiar e o resultado foi esse: a escola campeã novamente”, disse o mestre da bateria Casagrande, da Unidos da Tijuca.

Só dieta e exercícios são suficientes?

Nós sempre focamos na alimentação e na prática de exercícios para perder peso, mas será que não existem outros fatores que possam influenciar na nossa dieta que possam interferir para você atingir o seu sucesso?

Eu acredito que sim, principalmente o fator psicológico, acho que principalmente no meu caso é o meu maior desafio. Na semana passada eu tive um jantar com amigos e liberei total, afinal de contas, faziam 3 semanas que eu estava na linha e acreditava que merecia um descanso.

Qual foi o resultado disto? Engordei!!! Mas acredito que isto não foi o problema, o verdadeiro problema é que no dia seguinte eu relaxei também e depois disso foram mais 2 dias que não foram dos melhores, portanto um dia de “liberdade” se tornaram 4.

A lógica seria ser contra qualquer tipo de dia para relaxar com a dieta, porém não acredito que isto seja mesmo o real problema, pois dias assim sempre vão existir, seja quando você estiver querendo perder ou manter o peso.

Agora sendo mais específico com o meu caso, o meu maior problema é a falta de foco que eu tenho depois de um dia “relax”, fico com preguiça no dia seguinte para fazer exercícios e fico pensando como foi bom comer aquela sobremesa.

No sábado do dia 5/11 eu estava com 141.2 kg, no dia seguinte fiquei com 142.9 kg. Acho que até ai tudo bem, depois de umas cervejas e comer bem, é normal você ganhar peso, mas com o meu descuido eu fui para 146.6 kg, portanto eu ganhei mais de 5 kg em 4 dias!!!!

Quando eu resolvi voltar a minha rotina, eu voltei a perder peso e hoje (14/11) estou quase lá, na verdade ontem (13/11) já tinha perdido todo o peso que tinha ganhado, mas como  ontem eu não fiz exercícios (apesar de manter a dieta) acabei ganhando 200 gramas.

O que eu quero dizer é que por mais que focamos em ter uma alimentação saudável e fazer exercícios diários, será que não deveríamos prestar atenção também no que faz a gente sair dos trilhos? Pois afinal de contas, não são estes deslizes que são os verdadeiros culpados pelas nossas falhas?

Eu sei que o meu próximo dia de meter o pé na jaca vai ser no dia 10/12, pois vai ter uma festa de natal aqui em casa, por isso vou estar me preparando para não cometer o mesmo deslize que cometi na semana passada, acredito que este dia vai ser fundamental para eu obter sucesso na minha dieta.

Mas enquanto este dia não chega, vou ficar focado na minha dieta e nos exercícios porque eles provaram que apesar do meu deslize eu consegui voltar aos 141 kg.

Por: Alex Costa
Blog da Dieta

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Surpresa! Marte está cheio de água

Fortes evidências indica a existência de grandes reservatórios subterrâneos no planeta vermelho para aumentar as esperanças de que poderia abrigar vida!

De acordo com um artigo recém-publicado na revista Geology, há fortes evidências indicando a existência de vastas reservas subterrâneas de água em Marte. A descoberta, que veio como uma surpresa, ela reforça a idéia de que o Planeta Vermelho pode, ou poderia, em algum momento, de suporte à vida. E ela aumenta as chances de estabelecer colônias humanas lá no futuro próximo.

A questão da “água marciana” tem sido debatida por mais de um século. Primeiro, o final do século XIX, eram os famosos canais de Marte. Mais tarde, na era espacial completo, veio a descoberta de antigos vales fluviais e marítimas que revelam um passado de Marte superfície rico em água. E em 2003, finalmente, a Mars Odyssey foi detectado pela primeira vez, gelo de água pequenas partículas logo abaixo da superfície de Marte. Algo que foi confirmada alguns anos depois “in situ” da missão Phoenix.

Claramente, então, que na superfície de Marte, ou muito perto dele, e não houve água. Mas as coisas não são tão claros no momento de estabelecer a existência ou não de reservas de água também no subsolo do planeta. Uma questão que é de extrema importância para entender a história geológica (e provavelmente biológica) deste mundo tão parecido com a Terra.

Agora, pela primeira vez um grupo de investigadores conduzida por Francis McCubbin, Universidade do Novo México, conseguiu proporcionar uma forte evidência de que, no interior de Marte é também água. E muito, certamente. , Pelo menos, o mesmo que na terra …

“A busca de água no sistema solar, diz o artigo na Geologia, é um dos principais objetivos da ciência exploração planetária, porque a água desempenha um papel importante em muitos processos geológicos e é necessário para a ocorrência de processos biológicos, tais como nós os entendemos hoje. Se excluirmos a Terra, Marte é o mais promissor do interior do sistema solar para encontrar água, e sem dúvida que a água foi responsável pela modelagem muitas das paisagens que podem ser observados hoje na superfície marciana. No entanto, até agora, a questão da água no interior do planeta continua por resolver. ”

Analisando a composição de dois meteoritos marcianos (o Shergotty, mortos na Índia em 1865 ea Alexandria Rainha, encontrado em 1994 na Antártica), os pesquisadores concluíram que o manto de Marte (a camada de rocha que é entre a crosta e núcleo) contém entre 70 e 300 partes por milhão de água, uma surpreendentemente semelhantes a manto da Terra.

“Carambola cósmica”
Ambos os meteoritos são de origem vulcânica e proceda, então, no interior do Planeta Vermelho. Eles vieram à Terra em épocas diferentes, mas deixou Marte no mesmo período 2,5 milhões de anos atrás, como resultado do impacto de um meteorito que explodiu no espaço uma grande quantidade de rochas marcianas. Em uma espécie de “golpe de sorte cósmica,” algumas dessas rochas depois que aterrou aqui na Terra, trazendo consigo um tesouro de informações que, por ora, não pode ser obtida diretamente de Marte por qualquer outro meio.

Nas palavras de Erik Hauri, um dos autores da pesquisa “, foram analisados ​​dois meteoritos que têm histórias muito diferentes. Um era misturado com uma quantidade considerável de itens durante a sua formação, enquanto o outro não faz.” Em ambos os casos, os investigadores procuraram moléculas de água presentes no interior dos cristais de apatite e aquelas moléculas usadas para determinar a quantidade de água que contém as rochas originais marcianas produzido meteoros.

Os resultados foram uma surpresa. Ambas as rochas, de facto, sugerem que o manto marciano contém entre 70 e 300 partes por milhão de água, uma quantidade que é notavelmente semelhante à do manto. E uma vez que ambos os meteoritos contêm a mesma porcentagem de água, apesar de suas diferentes histórias geológicas, os pesquisadores acreditam que a água foi incorporada no manto há bilhões de anos, durante a formação do próprio planeta.

O estudo também sugere que a resposta para outro enigma sobre a água marciana. Em particular, como conseguiram alcançar o elemento líquido do interior para a superfície do planeta. Os pesquisadores argumentam que essa “migração” foi devido à atividade vulcânica.

Fonte: http://www.abc.es/20120627/ciencia/abci-sorpresa-marte-esta-lleno-201206271050.html

Para afastar os maus espíritos

A intromissão dos Espíritos enganadores nas comunicações escritas é uma das maiores dificuldades do Espiritismo. 
 
Sabe-se, por experiência, que eles não têm nenhum escrúpulo em tomar nomes supostos e até mesmo nomes respeitáveis.
 
 Há meios de os afastar? Eis a questão. 
 
Para isto, certas pessoas empregam aquilo que poderíamos chamar processos, isto é, fórmulas particulares de evocação, ou espécies de exorcismo, como por exemplo, faze-los jurar em nome de Deus que dizem a verdade, fazê-los escrever alguma coisa, etc. 
 
Conhecemos alguém que, a cada frase, obriga um Espírito a assinar o nome. Se este é o verdadeiro, escreve-o sem dificuldade, se não o é, pára ao meio, sem poder concluí-lo. 
 
Vimos essa pessoa receber comunicações as mais ridículas, de Espíritos que assinavam um nome falso com grande aprumo. 
 
Outras pessoas pensam que um meio eficaz é fazer confessar Jesus encarnado ou outros princípios da religião.
 
Pois bem, declaramos que se alguns Espíritos um pouco mais escrupulosos se detêm ante a idéia de um perjúrio ou de uma profanação, outros juram tudo o que quisermos, assinam todos os nomes, riem-se de tudo e afrontam a presença dos mais venerados signos, de onde se conclui que entre as coisas que podem ser chamadas processos não há nenhuma fórmula e nenhum expediente material que possa servir de preservativo eficaz.
 
Neste caso dir-se-á que nada há a fazer, senão deixar de escrever.  Este meio não seria melhor.  Longe disto, em muitos casos seria pior. Dissemos, e nunca seria demais repeti-lo, que a ação dos Espíritos sobre nós é incessante e não é menos real pelo fato de ser oculta.
 
 Se ela deve ser má, será ainda mais perniciosa, por isso que o inimigo estará escondido. Pelas comunicações escritas este se revela, se desmascara, ficamos sabendo com quem tratamos e podemos combate-lo.
 
Mas, se não há nenhum meio de o desalojar, que então? Não dissemos que não haja nenhum meio, mas unicamente que a maior parte dos meios empregados são inoperantes. Eis a tese que nos propomos desenvolver.
 
É preciso não perder de vista que os Espíritos constituem todo um mundo, toda uma população que enche o espaço, circula ao nosso lado, mistura-se em tudo quanto fazemos. 
 
Se se viesse a levantar o véu que no-los oculta, vê-los-íamos em redor de nós, indo e vindo, seguindo-nos, ou nos evitando, segundo o grau de simpatia. Uns indiferentes, verdadeiros vagabundos do mundo oculto, outros muito ocupados, quer consigo mesmos, que com os homens aos quais se ligam, com um propósito mais ou menos louvável, segundo as qualidades que os distinguem. 
 
Numa palavra, veríamos uma réplica do gênero humano, com suas boas e más qualidades, com suas virtudes e seus vícios. Esse acompanhamento, ao qual não podemos escapar, porque não há recanto bastante oculto para se tornar inacessível aos Espíritos, exerce sobre nós, malgrado nosso, uma influência permanente. Uns nos impelem para o bem, outros para o mal.
 
 Muitas vezes as nossas determinações são resultado de sua sugestão. Felizes de nós, quando temos juízo bastante para discernir o bom e o mau caminho por onde nos procuram arrastar.
 
Dado que os Espíritos são apenas os próprios homens despojados do seu invólucro grosseiro, ou almas que sobrevivem aos corpos, segue-se que há Espíritos desde que há seres humanos no Universo. 
 
São uma das forças da Natureza e não esperaram que houvesse médiuns escreventes para agir. 
 
A prova disso é que, em todos os tempos, os homens cometeram inconseqüências, razão por que dizemos que sua influência independe da faculdade de escrever. Esta faculdade é um meio de conhecer aquela influência; de saber quais são os que vagueiam em redor de nós, que se ligam a nós.
 
 Pensar que nos podemos subtrair a isto, abstendo-nos de escrever, é fazer como as crianças que fechando os olhos pensam escapar a um perigo. 
 
Ao nos revelar aqueles que temos por companheiros, como amigos ou inimigos, a escrita nos oferece, por isso mesmo, uma arma para os combater, pelo que devemos agradecer a Deus. 
 
Em falta da visão para reconhecer os Espíritos, temos as comunicações escritas, pelas quais eles mostram o que são. Isto é para nós um sentido que nos permite julgá-los. Repelir esse sentido é comprazer-se em ficar cego e exposto ao engano sem controle.
 
A intromissão dos maus Espíritos nas comunicações escritas não é, portanto, um perigo do Espiritismo, pois, se perigo há, não depende dele e é permanente. Nunca estaríamos suficientemente persuadidos desta verdade. Há apenas uma dificuldade, da qual, entretanto, fácil é triunfar, se a isto nos dedicarmos de maneira conveniente.
 
Podemos estabelecer como principio que os maus Espíritos aparecem onde alguma coisa os atrai. Assim, quando se intrometem nas comunicações, é que encontram simpatias no meio onde se apresentam ou, pelo menos, lados fracos que esperam aproveitar. 
 
Em todo caso está visto que não encontram uma força moral suficiente para repeli-los. Entre as causas que os atraem devemos colocar, em primeiro lugar, as imperfeições morais de toda espécie, porque o mal sempre simpatiza com o mal. E em segundo lugar, a demasiada confiança com que são acolhidas as suas palavras.
 
Quando uma comunicação denota uma origem má, seria ilógico inferir daí uma paridade necessária entre o Espírito e os evocadores.
 
 Freqüentemente vemos pessoas muito honestas expostas às velhacarias dos Espíritos enganadores, como acontece no mundo com as pessoas decentes, enganadas pelos patifes. Mas quando tomamos precauções, os patifes nada têm a fazer; é o que acontece também com os Espíritos.
 
 Quando uma pessoa honesta é por eles enganada, pode sê-lo por duas causas. 
A primeira é uma confiança absoluta, que a leva a prescindir de todo exame. A segunda é que as melhores qualidades não excluem certos lados fracos, e dão entrada aos maus Espíritos desejosos de descobrir as menores falhas da couraça.
 
  Não falamos do orgulho e da ambição, que são mais do que entraves: falamos de uma certa fraqueza de caráter e, sobretudo, dos preconceitos que esses Espíritos sabem explorar com habilidade, lisonjeando-os. É por isto que eles usam todas as máscaras, a fim de inspirar mais confiança.
 
As comunicações francamente grosseiras são as menos perigosas, pois a ninguém podem enganar. As que mais enganam são as que têm uma falsa aparência de sabedoria ou de seriedade, numa palavra, a dos Espíritos hipócritas e pseudo-sábios. Uns podem enganar de boa-fé, por ignorância, ou por fatuidade; outros só agem por astúcia. Vejamos qual o meio de nos desembaraçarmos deles.
 
A primeira coisa é não os atrair e evitar tudo quanto lhes possa dar acesso. Como vimos, as disposições morais são uma causa preponderante. Entretanto, abstração feita dessa causa, o modo empregado não deixa de ter influência. 
 
Há pessoas que têm por princípio jamais fazer evocações e esperar, a primeira comunicação espontânea saída do lápis do médium. Ora, se nos recordamos daquilo que ficou dito sobre a massa muito variada dos Espíritos que nos cercam, compreendemos sem dificuldade que isso é colocar-se à disposição do primeiro que vier bom ou mau.
 
 E como nesta multidão os maus predominam em número sobre os bons, há mais oportunidade para os maus. É exatamente como se abríssemos a porta a todos os que passam pela rua, ao passo que pela evocação fazemos a escolha e, cercando-nos de bons Espíritos, impomos silêncio aos maus, que poderão, apesar disto, procurar por vezes insinuar-se. Os bons chegam mesmo a permiti-lo a fim de exercitar a nossa sagacidade em reconhecê-los. Neste caso sua influência será nula.
 
As comunicações espontâneas têm uma grande utilidade quando temos a certeza da qualidade dos nossos acompanhantes. Então freqüentemente nos devemos felicitar pela iniciativa deixada aos Espíritos. O inconveniente está apenas no sistema absoluto, que consiste em nos abstermos do apelo direto e das perguntas.
 
Entre as causas que influem poderosamente sobre a qualidade dos Espíritos que freqüentam os Centros, não deve ser omitida a natureza das coisas de que ali se trata.  
 
Aqueles que se propõem um fim sério e útil atraem por isso mesmo Espíritos sérios. Os que não visam senão a satisfazer uma vã curiosidade ou seus interesses pessoais, expõem-se pelo menos a mistificações, senão a algo pior. Em resumo, das comunicações espíritas podemos tirar os mais sublimes e os mais úteis ensinamentos, desde que os saibamos dirigir.
 
 Toda a questão está em não nos deixarmos levar pela astúcia dos Espíritos zombadores ou malévolos. Ora, para isto o essencial é saber com quem tratamos. Para começar, ouçamos a respeito os conselhos que o Espírito de São Luís dava à Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, através do Sr. R…, um dos seus bons médiuns. Trata-se de uma comunicação espontânea, recebida em sua casa, com a missão de transmiti-la à Sociedade:
 
“Por maior que seja a legítima confiança que vos inspiram os Espíritos que presidem aos vossos trabalhos, é recomendação nunca por demais repetida que deveis ter sempre presente em vossa mente, quando aos entregardes aos vossos estudos: pesai e refleti; submetei ao controle da razão a mais severa todas as comunicações que receberdes; desde que uma resposta vos pareça duvidosa ou obscura, não vos esqueçais de pedir os necessários esclarecimentos para vos orientardes.
 
Sabeis que a revelação existiu desde os tempos mais remotos, mas foi sempre apropriada ao grau de adiantamento dos que a recebiam. 
 
Hoje não se trata de vos falar por imagens, e parábolas: deveis receber nossos ensinamentos de uma maneira clara, precisa, e sem ambigüidades. 
 
Seria, entretanto, muito cômodo nada ter que perguntar para esclarecer; aliás, isto seria fugir às leis do progresso, que presidem a evolução universal. Não vos admireis, pois, se, para vos deixar o mérito da escolha e do trabalho, e também para punir as infrações que possais cometer aos nossos conselhos, seja por vezes permitido que certos Espíritos, mais ignorantes que mal intencionados, venham responder, em certos casos, às vossas perguntas. 
 
Em vez de ser isto um motivo de desencorajamento, deve ser um poderoso excitante para que procureis ardentemente a verdade. Ficai, pois, bem convictos de que, seguindo este caminho, não podereis deixar de chegar a resultados felizes. Sede unidos de coração e de intenção; trabalhai todos; procurai, procurai sempre e achareis”.
 
 
Fonte: Revista Espírita, setembro de 1859.

UFC Belfort entra ‘mordido’, faz luta incrível e finaliza Johnson

O brasileiro entrou no cotógono claramente com uma empolgação maior para bater o rival, que não havia batido o peso nesta sexta.

Vitor Belfort voltou a conseguir mais uma impressionante vitória na madrugada deste domingo. Lutando em casa e com o apoio total da torcida, o brasileiro conseguiu encaixar uma luta incrível e finalizou o norte-americano Anthony Johnson ainda no primeiro round.

O semblante de Belfort era claramente diferente na entrada no octógono. O brasileiro não gostou nada de ver a sua luta quase ser cancelada. O norte-americano teve problemas na batalha contra a balança e apareceu na pesagem com cinco quilos a mais que o peso ideal. O brasileiro, porém, concordou em fazer uma luta em peso combinado caso o rival não ultrapassasse os 93kg até meio-dia deste sábado. Anthony não teve novos problemas com a balança, e o combate foi confirmado.

“Cortei 25 quilos em quatro dias, fui profissional. Estava focado no meu objetivo”, disse Belfort em entrevista ainda no octógono, claramente incomodado com a situação que teve de passar.

Com a vitória, Belfort chega a 21 triunfos na carreira (nove derrotas) volta a subir mais um degrau na categoria dos médios. O brasileiro desceu bastante após ser nocauteado de forma incrível por Anderson Silva na batalha pelo cinturão, em fevereiro do ano passado.

O próximo passo, porém, ainda não será uma nova chance de disputar o título. Vitor será treinador no The Ultimate Fighter Brasil, um reality show do UFC. No final, pega o técnico rival, Wanderlei Silva, em revanche do primeiro evento do Ultimate no Brasil , ainda em 1998. Na ocasião, Belfort não deu chances e nocauteou o rival. O novo combate está marcado para junho e deve ocorrer em São Paulo.

Já Anthony Johnson estreia com o pé esquerdo na categoria dos médios. O norte-americano lutava na classe de peso abaixo, na dos meio-médios, e corre até um pequeno risco de ser demitido do UFC. Dana White não gostou nem um pouco do problema de peso de Anthony.

A luta – A luta começou bastante agitada, com ambos apostando demais na trocação. Vitor tentou um chute alto, mas foi bloqueado por Anthony e acabou indo ao chão. O brasileiro caiu com a guarda montada, mas deixou o rival escapar e acabou tomando um forte soco no rosto. Com a luta amarrada, o juiz pediu para os dois se levantaram. O melhor momento de Vitor começou com pouco mais de dois minutos, com uma boa sequência de socos que desestabilizou o rival. Ainda no primeiro round, Belfort conseguiu ir para as costas de Anthony e quase nocauteou com nova sequência de socos. A vitória, porém, viria com uma mata-leão.

Ministério da Defesa recebe ufólogos para tratar de documentos sobre OVNIs

Brasília, 18/04/2013 – Membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e representantes das Forças Armadas reuniram-se na tarde desta quinta-feira, no Ministério da Defesa (MD), para tratar do acesso a documentos militares que tratam de relatos envolvendo Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs).

O encontro foi o desdobramento de uma reunião ocorrida no início de fevereiro, quando o ministério debateu procedimentos administrativos para responder a requisição de informações feitas por mais de 30 conferencistas do Brasil no IV Fórum Mundial de Ufologia.

Na ocasião, determinou-se que todos os documentos sob responsabilidade da Marinha, do Exército e da Aeronáutica relacionados ao assunto fossem tornados públicos, como estabelece a Lei de Acesso à Informação (LAI).

Durante a reunião desta quinta, os pesquisadores relataram as dificuldades encontradas para acessar documentos classificados como secretos e ultrassecretos. “Existem muitas questões sem resposta em casos famosos como o de Varginha, o da Corveta Mearim e da Ilha de Trindade”, disse Ademar Geavaerd, editor da revista UFO.

O secretário de Coordenação e Organização Institucional do Ministério, Ari Matos, afirmou que as informações que ainda não se tornaram públicas são exceções. “A regra geral é disponibilizar todos os documentos. Alguns casos ainda têm que obedecer ao prazo legal, mas isso é uma questão que em breve será solucionada”, completou.

Segundo o diretor do Departamento de Organização e Legislação do MD, Adriano Portella, a Defesa tem feito todo o esforço para cumprir os prazos estabelecidos pela LAI no que diz respeito à desclassificação e publicação dos documentos. “A lei determina o prazo de dois anos, a partir de sua vigência, para a revisão das informações classificadas como secretas e ultrassecretas”, explicou Portella. “Esse trabalho já está sendo feito, e os documentos serão desclassificados dentro do prazo legal”.

Na avaliação de Ari Matos, o resultado mais importante do encontro foi estabelecer uma relação de parceria com os ufólogos.  “A LAI abriu a possibilidade de o grande público acessar diversas informações produzidas pelo governo. É preciso criar um caminho regular de contato que atenda aos interesses da comunidade de ufólogos e da sociedade”, disse o secretário.

Ao final do encontro, os ufólogos comemoraram a iniciativa. “Essa é uma data que vai entrar para a história da Ufologia”, disse Fernando Aragão, da revista UFO. “É a primeira vez que o Ministério da Defesa de um país chama ufólogos para conversar formalmente sobre discos voadores”, celebrou. “Estamos otimistas com a porta que nos foi aberta e esperamos avançar nas discussões”, disse Aragão.

Foto: Felipe Barra
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)

Ministério da Defesa
61 3312-4070

fonte: https://www.defesa.gov.br/index.php/ultimas-noticias/8651-ministerio-da-defesa-recebe-ufologos-para-tratar-de-documentos-sobre-ovnis

Curiosity realiza sua primeira análise de material de Marte

Objetos brilhantes encontrados pelo rover são de origem marciana

O rover Curiosity, que pousou em Marte em 5 de agosto, havia encontrado em sua primeira coleta de material utilizando o braço robótico um pequeno objeto brilhante, que os cientistas primeiro consideraram ser um detrito que caiu do próprio veículo. O controle da missão orientou o robô a despejar o material de volta na superfície marciana, pois querem evitar contaminação do instrumental a bordo com elementos da Terra.

Contudo, o Curiosity encontrou novos objetos brilhantes no local que está investigando, chamado Rocknest pelos especialistas da missão, e que tal como o primeiro objeto encontrado parecem ser de fato de Marte. Os atuais experimentos são uma preparação para a primeira análise a ser realizada pelos equipamentos do robô. A primeira amostra foi apanhada em 7 de outubro, e descartada em seguida. Essas primeiras escavações se destinam a limpar o sistema de coleta do rover.

De acordo com um comunicado da NASA, feito em 15 de outubro: “Outros pequenos objetos de material brilhante na área de Rocknest foram considerados detritos da nave. A equipe de ciências não quer introduzir material do rover dentro dos mecanismos de processamento de amostras”.

Mas as novas imagens obtidas de outros objetos brilhantes sugerem que na verdade se trata de um fenômeno marciano, e não detritos do Curiosity. Com isso, o controle da missão liberou o rover para uma terceira escavação na superfície de Marte. O novo comunicado da NASA diz: “A confiança para seguir em frente com a terceira escavação foi baseada nas novas informações, indicando que as partículas brilhantes naquela área são material marciano. Um fator é que estamos vendo esse material brilhante nos torrões de solo de Marte”.

E dessa terceira escavação foi obtida a primeira amostra para análise do instrumento CheMin [Química e Mineralogia]. O sensor utiliza difração de raios-X a fim de identificar os elementos químicos das amostras, o que é vital pois os minerais representam um registro das condições existentes quando estes se formaram. Os especialistas da missão dizem que a seguir pretendem descobrir mais a respeito tanto dos detritos que o rover deixou no solo quanto a respeito das partículas brilhantes.

CRÉDITO: NASA

Material brilhante em meio ao solo marciano é natural do próprio planeta

Material brilhante em meio ao solo marciano é natural do próprio planeta

Nos próximos dias outra amostra será introduzida no SAM [Análise de Amostras de Marte], mais um dos principais equipamentos do Curiosity para determinar se Marte foi alguma vez habitável e adequado à sobrevivência de vida microbiana. O rover explora a Cratera Gale e está no rumo de seu primeiro alvo científico, um local chamado Glenelg que possui uma variedade de terreno interessante, de acordo com os cientistas da missão.

Raro mineral lunar foi encontrado na Austrália

Pode ser útil para determinar a idade das rochas em que foi detectado

Chamado tranquillityita e muito raro, o mineral que somente havia sido encontrado em mostras rochosas da Lua há mais de quarenta anos foi descoberto na Austrália, confirmaram fontes científicas à EFE. “É incrível que a tranquillityita exista há todo esse tempo em rochas na Terra e que tenham se passado uns 40 anos desde que foi encontrada na Lua para ser detectada aqui”, disse Birger Rasmussen, líder da equipe da Universidade de Curtin, que fez a descoberta.

A tranquillityita deve seu nome ao Mar da Tranquilidade, superfície da Lua onde foi encontrada pela primeira vez, junto à armalcolita e ao pyroxferroite, durante uma expedição da Apollo XI em 1969. Os dois últimos minerais foram encontrados na Terra nos anos seguintes à viagem à Lua, e há dois anos foi detectada a presença da tranquillityita em mostras rochosas da Austrália Ocidental.

Três longas e exaustivas análises confirmaram que se trata do mesmo mineral encontrado na Lua. Segundo os geólogos, o desenvolvimento da ciência desde 1969, que agora permite moer as pedras em pós extremamente finos para submetê-los a testes isotópicos ou para determinar sua idade, foi muito útil para detectar a presença do mineral na Terra. 

crédito: The Geological Society of America

Seu nome se deve ao Mar da Tranquilidade, na Lua

Seu nome se deve ao Mar da Tranquilidade, na Lua

 Sem querer

A descoberta ocorreu por acaso, quando o grupo de cientistas estava analisando detalhadamente fatias da rocha com um microscópio para detectar elétrons. O mineral, de cor marrom avermelhada, tem forma de pequenas agulhas mais finas que o diâmetro do cabelo humano, e sua composição tem principalmente sílica, zircônio, titânio e ferro.

A tranquillityita, que até agora foi encontrada em seis locais da Austrália Ocidental, está presente em rochas ígneas como a dolerita, conhecida popularmente como “granito negro” e é um dos últimos minerais que se cristalizam do magma. “De fato, suspeitamos que a tranquillityita logo será reconhecida em rochas similares à dolerita no mundo todo”, dizem os cientistas.

O mineral, que aparece em minúsculas quantidades e não tem valor econômico, poderia ser útil para determinar a idade das rochas em que foi encontrado.

Fonte: Revista Ufo

15 frases de Steve Jobs

A melhor de todas as frases não coloquei na imagem, “Stay Hungry, Stay Foolish”, porque não é de Jobs, mas se não fosse por ele, eu nunca teria conhecido. Para mim, é a melhor de todas as lições deixadas por Jobs:  “mantenha-se faminto, mantenha-se ignorante”.

O seu corpo está pedindo exercícios físicos?

Sinais simples sindicam quando é hora de calçar o tênis e melhorar a saúde

Combater o sedentarismo é mais do que uma alternativa para definir os espetáculos ou afinar a cintura. Quando começa a praticar exercícios físicos, seu corpo fica mais protegido contra uma série de doenças, como hipertensão, diabetes e colesterol alto. “Consideramos que um paciente deixou de ser sedentário quando ele queima cerca de 2.500 quilocalorias por semana somente com a prática de exercícios”, afirma o fisiologista Raul Santo, professor da Faculdade São Judas Tadeu. Isso significa que o passeio pelo shopping, por exemplo, não entra na conta. “Para alcançar esse gasto, 45 minutos de treino moderado diário, cinco vezes por semana, é o suficiente”, diz. Mas antes mesmo de pegar a calculadora para descobrir se é hora de calçar o tênis, que tal prestar atenção no seu próprio corpo? Ele dá sinais de que precisa se mexer, faça o teste e descubra se você está pronto para reconhecê-los. 

 

Raios ascendentes são registrados pela primeira vez no Brasil

Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE, conseguiram registrar pela primeira vez no Brasil um tipo bastante raro de relâmpago, que parte da superfície em direção às nuvens. O evento é bastante difícil de ser observado e poucos países têm imagens semelhantes.
O registro foi feito com ajuda de câmeras especiais de alta velocidade, capazes de gravar imagens a 4 mil frames por segundo. Nessa velocidade, eventos ultrarrápidos como raios ou explosões podem ser observados com grande riqueza de detalhes, permitindo aos pesquisadores acompanhar toda a dinâmica envolvida no processo.

Durante uma das sessões de observação quatro raios desse tipo foram detectados partindo de uma das torres localizadas sobre o Pico do Jaraguá, na cidade de São Paulo. Os quatro eventos ocorreram em apenas 20 minutos, o que chamou a atenção dos cientistas por ser considerado um número muito alto para um intervalo de tempo tão pequeno.

Para se ter uma noção comparativa, o topo do Empire State Building, o edifício mais alto de Nova York, se localiza a 440 metros de altura. Ali, ocorrem em média 26 raios ascendentes por ano.
Tipo Raro
Cerca de 99% dos raios é do tipo nuvem-solo, ou seja, raios que se originam nas nuvens e chegam ao chão. Apenas 1% dos raios é ascendente, que parte de algo na superfície. Esses percentuais apenas se alteram em locais específicos, como construções muito altas, onde o número de raios ascendentes pode superar os raios nuvem-solo.

Segundo o pesquisador Marcelo Saba, ligado ao Grupo de Eletricidade Atmosférica, ELAT, e um dos autores do estudo, os raios ascendentes são em geral artificiais, no sentido de responder às alterações ambientais produzidas pela atividade humana. Eles se originam devido a construções elevadas, como torres de telecomunicação ou para-raios de edifícios altos.

Os pesquisadores afirmam que o estudo desse tipo de raio poderá ajudar a estimar qual a frequência e quais as condições necessárias para que ocorra. A pesquisa também poderá aprimorar os sistemas de detecção de descargas atmosféricas que monitoram a incidência de raios no Brasil.

Em alguns países, como o Japão, os raios ascendentes têm trazido grandes prejuízos quando atingem turbinas de geração eólica. Como esse tipo de geração de energia tem grandes chances de expansão no Brasil, torna-se relevante intensificar os estudos uma vez que nosso país apresenta a maior incidência de raios do mundo.

Poucos países possuem imagens deste fenômeno, entre eles os Estados Unidos, o Canadá, o Japão e a Áustria. Ainda assim, há pouco conhecimento sobre a física e as características dos raios ascendentes, o que torna este registro ainda mais importante para as pesquisas.


Foto: Raio ascendente é registrado no Pico do Jaraguá, na cidade de São Paulo. Em apenas 20 minutos os pesquisadores registraram 4 eventos similares, considerado um número muito alto para um intervalo de tempo tão pequeno. Crédito: INPE-ELAT, Apolo11.com.

 


Conheça o telescópio sucessor do Hubble

Novo observatório espacial da Nasa terá o dobro do tamanho e poderá observar até os limites do Universo

James Webb leva nome de diretor da Nasa da época do projeto Apolo

 

James Webb leva nome de diretor da Nasa da época do projeto Apolo

Não há dúvidas de que o telescópio Hubble revolucionou o nosso entendimento do Universo. As imagens em ótima resolução do aparelho ajudaram astrônomos do mundo todo a estudar os corpos celestes e desvendar os segredos do cosmos. Mas como todo equipamento eletrônico, o Hubble está ficando velho e os cientistas da Nasa anseiam por novidade.

 Para não deixar os astrônomos na mão, a agência espacial norte-americana já anunciou um novo telescópio que deverá substituir o Hubble em 2018. Batizado de James Webb, em homenagem ao diretor da Nasa no tempo do projeto Apolo, que levou o homem à Lua, o novo equipamento será quase três vezes maior que o seu antecessor, e segundo os cientistas, terá capacidade de observar todo o Universo, até os seus limites.

 Enquanto o Hubble tem cerca de 13 metros de comprimento por 4 de largura e um espelho coletor de luz com 2,45 metros de diâmetro, o James Webb terá um comprimento total de 24 metros e 12 de altura, com espelho de 6,5 metros de diâmetro, que lhe permitirá cobrir área quase 15 vezes maior que o Hubble e coletar quase sete vezes mais luz.

Como a “potência” de um telescópio está na quantidade de luz que ele pode receber de um objeto – quanto maior o diâmetro de um telescópio, maior a sua “potência” – o James Webb poderá fotografar os corpos celestes e medir em detalhes a luz que vem deles.

Fonte:

Aspectos básicos do gerenciamento de reuniões

Você acha que está passando uma boa parte do dia sentado em uma reunião, sabendo que o trabalho de verdade está se acumulando e que você vai ter que ficar até tarde, para terminar tudo? Você está cansado de discussões que perdem o rumo e nunca chegam a uma conclusão? A sua organização está “viciada em reuniões”?

Falando sobre trabalho
É fato: em média, executivos passam várias horas por dia em reuniões; quanto maior seu posto, mais horas. Mas isso não significa que eles achem que as reuniões sejam úteis ou que o trabalho deles esteja ficando mais eficiente – ao contrário: a maioria dos executivos consideram que reuniões são um gigantesco desperdício de tempo. De fato, uma pesquisa da Microsoft conduzida em 2005, em 200 países, descobriu que impressionantes 71% dos respondentes consideraram que reuniões “não são produtivas”, enquanto 32% escolheram objetivos imprecisos, falta de comunicação e “reuniões ineficientes” como os obstáculos mais comuns à sua produtividade.[1]

Pense em todo o tempo de trabalho que essas “reuniões ineficientes” estão custando para a sua organização! Você sabe que porcentagem de seus custos operacionais realmente é gasto falando sobre trabalho do que fazendo o trabalho em si?[2]

Para reduzir custos, precisamos parar de desperdiçar tempo. Não podemos reduzir o número de reuniões que temos que frequentar, mas podemos, pelo menos, parar de gastar tempo com reuniões ruins. Então, o que você pode fazer para deixar suas reuniões mais produtivas?

1. Você realmente precisa de uma reunião?
Antes de agendar uma reunião, pense se ela é realmente necessária. Tente definir o objetivo: “Essa reunião é para discutir … / revisar … / decidir …” Se você não puder definir a finalidade, você não estará pronto para discutir nada.

2. Planeje direitinho
Pense em quem realmente precisa estar lá – não convide automaticamente todo mundo que possa estar remotamente conectado ao projeto. Lembre-se: tempo é dinheiro. Quem pode oferecer informações ou recursos? Quem pode compartilhar experiências relevantes? Quais as pessoas de cujo suporte ou permissão você vai precisar? Quem pode se opor ao projeto, depois?

3. Onde e quando?
Escolha uma sala que seja grande o suficiente para todos se sentarem e um horário que não vá deixar ninguém bravo (horário de trabalho é bom; horário de almoço não é). Se as pessoas mais essenciais não puderem participar, mude o horário. E não envie o convite dois minutos antes de a reunião começar – avisar 24 horas antes significa que você vai ficar totalmente sozinho na sala de reuniões.

4. Anote a programação
A programação define a finalidade e o foco da reunião e deve ser enviada assim que o horário da reunião tiver sido definido, juntamente com material relevante. Pense no que você quer conseguir com a reunião – “Comece com o fim em mente”[3] – e anote os tópicos para discussão, adicionando, perto de cada um, a razão pela qual você o incluiu, por exemplo, “Decisão a ser tomada” ou “Confirmar data”. Evite “Negócios em geral”: é muito vago. Se as pessoas tiverem pontos extras para discutir, elas devem ser encorajadas a enviá-los para você, quando você estiver escrevendo a programação.

5. Cuidado com o relógio
Lembre-se de que seu objetivo é concluir os negócios dentro do tempo determinado. Comece e termine a reunião no horário. Certifique-se de chegar pontualmente ao local e deixe claro que você espera que outras pessoas façam o mesmo. Não espere os atrasados e não repita o que já foi discutido, quando eles finalmente chegarem. Deixe o seu celular no bolso e desencoraje as outras pessoas a usar os seus; notebooks devem ser deixados nas mesas de cada um: a menos que sejam indispensáveis para a reunião, serão apenas distrações. Leia a programação uma vez, em voz alta, definindo um tom positivo, dizendo “Isso é o que eu quero cobrir na reunião de hoje”. Mantenha o andamento da reunião, mantendo o olho no relógio – não obsessivamente, mas deixando claro que se trata apenas de negócios. (Cada companhia tem o seu próprio jeito de fazer isso:? na Google, por exemplo, eles projetam um cronômetro gigantesco na parede, durante as reuniões; em outras companhias, não há cadeiras na sala de reuniões, e as apresentações PPT têm limite de tempo. Veja o que funciona para você.)

6. Participação total
O melhor jeito de manter as pessoas acordadas e focadas e fazê-las participar. Não basta passar por cada ponto da programação, dando suas próprias opiniões; dê vida à reunião, convidando as pessoas a interagir entre elas, por exemplo, perguntando “O que você acha disso, John? Você acha que isso é possível?” Isso irá reduzir a possibilidade de problemas ou discordâncias, depois. E muito importante: sempre escolha alguém para fazer a minuta, anotando quem participou da reunião, o que foi discutido, o que foi acordado e que ações serão tomadas.

7. Mantenha tudo sob controle
Conversas particulares são um desperdício de tempo e também incomodam. Então, se houver pessoas cochichando na reunião, olhe diretamente para eles, erga as sobrancelhas ou acene e peça para eles voltarem para a reunião em grupo. Não demonstre raiva ou sarcasmo, apenas diga “Desculpe, mas não dá para continuar a reunião se todos falarem de uma vez”. Os outros participantes ficarão gratos, e a reunião irá terminar no horário.

8. Lide com as pessoas difíceis
Toda empresa tem isto: pessoas que monopolizam as reuniões e aquelas que sempre tentam mudar o assunto. Há aqueles que ficam sempre fazendo piadas e aqueles que discordam de tudo só por prazer. Não deixe essas pessoas estragarem sua reunião; eles estão só fazendo joguinhos e desperdiçando o tempo de todos. Diga ao “desviador” que o que ele está dizendo não é relevante para a reunião, mas que será um prazer discutir isso depois. Diga ao “opositor”, “vamos lidar com essa possibilidade quando e se acontecer”. Seja firme; você está no controle.

9. “Amarre” tudo no final
Encerre adequadamente a reunião, fazendo um resumo abrangente do que precisa ser feito e quem irá fazer isso. Isso tudo será anotado nas minutas e constitui um plano de ação que você pode verificar nas reuniões seguintes. E lembre-se: antes de qualquer um ir embora, agradeça a eles por participar e sorria para eles.

10. Minutas em horas
Quanto mais cedo você enviar as minutas, melhor: as pessoas geralmente esperam por elas, antes de começar a fazer as coisas. Faça isso no mesmo dia ou em até 24 horas e, se possível, informe quando e onde será a próxima reunião.

Se você seguir essas regras, verá que, em vez de reuniões temidas, seus funcionários começarão a ver as reuniões como ferramentas valiosas para compartilhar informações e definir objetivos – não como um completo desperdício de tempo, uma situação em que eles vão ficar apenas ficar olhando pela janela e verificar seus telefones. Afinal de contas, ninguém quer ficar até mais tarde no escritório, quer?

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Por JULIANA KALIL

RIO DE JANEIRO – Ela é gordinha, cheia de atitude, pin-up, atéia e bissexual. Uma mistura que poderia transformar Analice na figura mais polêmica do “Big Brother Brasil 12”. Porém, em pouco tempo, a mineirinha desarmou os preconceituosos e conquistou os participantes – e por que não os telespectadores? Ela foi eliminada com 53% dos votos na última terça-feira (17).

De sua trajetória na casa, o momento mais marcante foi quando ela resolveu aproveitar a primeira festa do reality até o fim, pois tinha a sensação de que seria a primeira e a última. Somente às 6h30 da manhã do último domingo (18), a morena foi se deitar já imaginando que não teria um momento parecido com aquele.

E não foi só assim nesse dia. Analice parece ter aproveitado mais que todos os brothers. Ela foi a que mais frequentou a hidromassagem, curtiu a piscina e dançou na casa em uma semana.

Para saber como foi a convivência, a relação com a outra emparedada, Jakeline, e da polêmica envolvendo Daniel e Monique, basta conferir nas próximas páginas uma entrevista exclusiva concedida por Analice ao Famosidades!

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