O tempo e a dor curam os vícios e o fanatismo

Ao longo dos anos, a humanidade experimentou muitos erros e acertos na relação com a espiritualidade e com as Forças Universais. Chamamos essa ligação de CONEXÃO.  A lição maior na qual o amadurecimento – promovido pelos anos que a nossa humanidade já viveu – nos trouxe, ainda que não na totalidade, é que não existe um único caminho para encontrar a CONEXÃO, não existe uma única forma de sermos plenos, tampouco não existe uma única religião, crença ou filosofia espiritual. O que nos conecta a Fonte Maior é um estado de espírito adequado, além disso não é a Fonte que se liga a nós, mas nós é que nos ligamos a Ela. Melhor dizendo, nós nos religamos a Ela, porque nunca fomos separados, apenas estamos separados por conta da barreira que criamos com o ódio, o medo, a vaidade, o orgulho, em outras palavras, por conta do nosso egoísmo, que nada mais é do que achar que somos indivíduos sem qualquer ligação com o Todo.

A CONEXÃO É ESSENCIALMENTE UM ESTADO NATURAL DO SER HUMANDO. O egoísmo é a consequência dos erros e da imaturidade das almas humanas, pois quando o amadurecimento forjado ao longo de muitos ciclos de vida e morte física acontece, lenta e gradativamente, o egoísmo se enfraquece. O egoísmo é o fruto da imaturidade espiritual. Essa imaturidade espiritual é identificada claramente nos situações de fanatismo religiosos e vícios dos mais diversos. No caso do fanatismo  acontece porque aquela alma ainda desconhecedora das qualidades balsâmicas promovidas pela CONEXÃO saudável e verdadeira, ao entrar em contato com pequenos momentos de sintonia com a Fonte Maior, conclui que essa é a única forma, Ele sente-se completamente transformado, pois a força da CONEXÃO é como um choque elétrico: é evidente e intenso e causa uma reação imediata.

Quando uma alma ainda imatura no caminho da evolução da consciência experimenta lampejos da força da CONEXÃO, ela se fascina porque não conseguia imaginar que tal sensação era possível. Mas ainda sem expressar as qualidades da tolerância, da harmonia e da sensatez em sua alma, de maneira determinista, inicia uma jornada avassaladora no sentido de extravasar a força daquele lampejo de sintonia, sem medir consequências, sem planejar maneiras, sem respeitar o tempo de cada um. O egoísmo latente presente em almas fanáticas não consegue deixar com que elas percebam que aquele mesmo sentimento obtido em uma experiência religiosa também pode ser encontrado em uma atividade gratificante. Um pintor pode perfeitamente encontrar sua CONEXÃO ao pintar um quadro, um cantor ao expressar-se pela música, um jardineiro no trato com as plantas, um atleta na prática do seu esporte e assim por diante.

Isso é possível porque a CONEXÃO não se dá por uma porta racional ou lógica – num sentido da ciência moderna -, não precisa acontecer através de um mestre espiritual, de um culto, de uma missa ou uma religião, mas a CONEXÃO se dá por resposta da FONTE em relação a um estado de espírito pleno. Mas que fique bem claro que também pode acontecer em uma celebração religiosa.

A Fonte não faz distinção, não julga, não condena, não faz preconceito, Ela simplesmente abastece aquele que está aberto a Ela. Se você puder expressar seu estado de espírito pleno e radiante, então você sentirá o poder da CONEXÃO, que é o momento em que a sua alma entra em sintonia com a alma do Grande Espírito Criador. Nesse instante de tempo não há doença, não há medo, nem angústia, controle o erros consciências, só há virtudes, plenitude, alegria e paz total.

CONEXÃO é o caminho que os grandes seres que que mudaram o mundo encontraram. CONEXÃO não é apenas para santos ou mestres espirituais, mas para pessoas comuns, em ambientes comuns e em atividades comuns, que entendem que a força do TODO é a que nos move.

Estamos ligados na FONTE, ela nos procura o tempo todo, ela reage aos nossos sentimentos e emoções penetrando em nós quando estamos serenos e positivos ou apenas circulando ao nosso redor quando estamos desalinhados, pessimistas, medrosos, ansiosos ou em conflito.

Não é um ser de luz que determina se sua CONEXÃO acontecerá ou não, mas você! Os seres iluminados, mestres, anjos e santos sempre foram entidades sábias que nos ajudaram e nos ajudam, a entender melhor o processo, todavia, eles também sabem que só existe um caminho para a pessoa conquistar a CONEXÃO: através dela mesma.

Nesse processo, qualquer caminho de fanatismo é inútil, porque gera conflitos dos mais diversos, aumenta os carmas individuais e coletivos, promove a discórdia e o desamor,

Nos processos de vícios não é muito diferente pois sensações mundanas de aparente prazer e satisfação, dão a impressão que são caminhos de elevação e bem estar, mas são passageiros pois não são alimentados pela Fonte Maior, que é inesgotável, abundante e constante.

Viemos da Fonte, fomos criados a Sua imagem e semelhança, por isso somos essencialmente abastecidos, alimentados, protegidos e energizados por Ela. Quando buscamos caminhos para promover nosso crescimento interior, os quais não estejam sintonizados com a Fonte, então sofremos – ainda que não percebamos instantaneamente.E é por isso que o tempo é o maior amigo da humanidade! Em especial, as cíclicas existências as quais o homem vem sendo submetido para que tenha um aprimoramento moral, espiritual e consciencial, que o permita entender a natureza da Fonte a qual ele próprio origina.

Nenhum vício que o homem experimentou poderá levá-lo ao caminho da CONEXÃO, entretanto ele só entenderá isso quando também sentir a dor, a escassez e o vazio que esse caminho provoca. Então, somente no desespero reduzirá o seu orgulho para se expressar com pureza e respeito com a Fonte, pois conhecedor de seus erros dará passos firmes na direção de seus acertos. Nenhum fanatismo religioso será saudável na busca pelo estado de espírito conectivo, que é aquele capaz de fazer qualquer alma sentir a força do Todo, entretanto, não se pode dizer que o fanatismo seja uma falha humana ou uma doença. Ele é apenas um caminho necessário para alguns encontrarem no futuro – próximo ou distante de acordo com a suas consciências – a ponderação, a sensatez e o discernimento necessários nessa jornada no sentido da reCONEXÃO.

O tempo e o sofrimento ensinam os extremistas,
O tempo e a dor trazem ponderação à emoção humana.
O tempo e a dor impregnam a consciência humana de perfumes conscienciais;
O tempo e a dor ensinam o homem como digerir o seu orgulho, transmutando em amor e doação;
O tempo e a dor aproximam as polaridades e diminuem seus efeitos.
O tempo e a dor trazem amor e sabedoria.

Quanto mais dor, menos sabedoria. Quanto mais sabedoria, menos rebeldia. O manso é o amadurecido pelas intempéries das emoções doentias, que agora consciente da destruição que tais desequilíbrios promovem, adota para si uma conduta equilibrada. Esta é uma consciência que só é conquistada com o tempo e com a dor. A sugestão é: aceitar mais, perdoar mais, amar mais para que a dor deixe-nos logo e a plenitude aconteça. Amando mais nos tornamos sábios e flexíveis, espantamos a dor e aprendemos mais rápido.

Por: Bruno Gimenes
Fonte: Rc Espiritismo

De surpresa, outro asteroide raspa a Terra durante a madrugada

Não deu nem tempo. Enquanto o asteroide 2012 KP24 cruzava a órbita da Terra, outra rocha espacial se aproximava do nosso planeta de maneira muito mais ameaçadora e durante a madrugada raspou nossa atmosfera a apenas 14 mil km da superfície, abaixo da altura dos balões meteorológicos.
Batizado de 2012 KT42, o novo asteroide foi descoberto ontem, 28 de maio de 2012, por cientistas do observatório de Monte Lemmon, no Arizona, operado pelo centro Catalina de Pesquisas do Céu, da Universidade do Arizona, o mesmo que descobriu 2012 KP24.

De acordo com cálculos feitos pelos pesquisadores, baseados na magnitude absoluta o asteroide tem um tamanho estimado entre 3 e 10 metros.

Apesar de não ter representado perigo de colisão, 2012 KT24 é um dos asteroides que mais perto chegou do nosso planeta. De acordo com dados do Programa de Objetos Próximos da Terra – NEO, da Nasa, o asteroide aparece na sexta posição. 2011 CQ1 foi o mais próximo e passou a apenas 11 mil km da superfície em 4 de fevereiro de 2011.

O momento da máxima aproximação de 2012 KT42 ocorreu as 04h00 BRT da madrugada de terça-feira. Modelagem de cálculo orbital mostra que a rocha atravessou o Atlântico sul, cruzou a África, Oriente Médio, Cazaquistão e Rússia, mas ainda não há registro se o objeto desintegrou na atmosfera.

 


Imagens: No topo, frames divulgados pelo observatório Monte Lemmon mostram os frames que detectaram a rocha, algumas horas antes da aproximação máxima. Na sequência, animação mostra o movimento de 2012 KT42. Cada frame tem 5 segundos de exposição, registrada com telescópio de 2 metros de abertura do observatório de Remanzacco, na Itália. Acima, modelagem orbital mostra a passagem do asteroide às 04h00 BRT. Créditos: Catalina Sky Survey/Mt. Lemmon Observatory, Solex/Aldo Vitagliano, Observatório Remanzacco, Apolo11.com.

 


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Não estamos sós, a Terra tem um companheiro no espaço!

Utilizando dados do telescópio espacial Wise, cientistas norte-americanos confirmaram que a Terra não orbita sozinha o Sol como se pensava, mas partilha a longa jornada com um pequeno asteroide troiano. A descoberta confirma a hipótese levantada em 1772 pelo matemático francês Joseph-Louis Lagrange de que objetos poderiam ficar presos indefinidamente em pontos específicos do espaço.

Asteroide Troiano da Terra
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Asteroides troianos são objetos que compartilham as orbitas planetárias em pontos estáveis localizados à frente ou atrás do planeta. Como esses objetos acompanham a mesma órbita do planeta, não existe risco de colisão. Até agora, somente Marte, Júpiter e Netuno possuíam asteroides troianos, além de duas luas de Saturno que também dividem suas órbitas.

Há muito tempo que os cientistas previam a possibilidade da Terra ter também um asteroide troiano, mas o diminuto tamanho da rocha e posição desfavorável em relação ao Sol tornaram sua detecção praticamente impossível.

“Estes asteroides são invisíveis. Eles ficam sempre à luz do dia, o que os torna muito difícil de vê-los”, disse o astrofísico Martin Connors da Athabasca University, no Canadá, principal autor do paper (trabalho científico) sobre a descoberta, publicado esta semana na revista Nature. “Conseguimos encontra-lo porque ele tem uma orbita bastante incomum, que o leva um pouco mais longe do Sol quando comparado aos típicos troianos”, completou.

A descoberta
Para encontrar o asteroide troiano, Connors e sua equipe utilizaram milhares de imagens registradas pelo projeto NEOWISE, um complemento da missão do telescópio espacial WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer), que escaneou todo o céu entre janeiro de 2010 e fevereiro de 2011 no comprimento de onda do infravermelho.

O programa NEOWISE tem como objetivo focar especificamente nos objetos próximos à Terra, ou NEOs, como asteroides e cometas, que passam dentro de 45 milhões de quilômetros da Terra. Durante a missão, o NEOWISE observou mais de 155 mil objetos no Cinturão de Asteroides entre Marte e Júpiter, além de 500 NEOs, 132 deles desconhecidos.

A busca resultou em dois possíveis candidatos a asteroides troianos, culminando na descoberta do primeiro objeto desse tipo a partilhar a orbita terrestre.

Companheiro
Batizado de 2010 TK7, o asteroide tem cerca de 300 metros de diâmetro e sua orbita peculiar revela um complexo movimento próximo a um ponto estável no plano da orbita terrestre, apesar do asteroide também se mover acima e abaixo dentro do plano.

pontos de Lagrange
O objeto se localiza a 80 milhões de km da Terra, em um ponto estável conhecido como Ponto de Lagrange L4. Esse ponto foi teorizado pela primeira vez em 1772 pelo matemático francês Joseph-Louis Lagrange, que calculou que objetos colocados dentro de alguns pontos específicos do espaço (chamados atualmente de Pontos de Lagrange) ficariam presos indefinidamente devido ao equilíbrio gravitacional da região.

 

De acordo com cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, JPL, a orbita de 2010 TK7 está bem definida e pelos próximos 100 anos a máxima aproximação prevista para o objeto não será inferior a 24 milhões de quilômetros.

Fonte:
 

Aeronáutica do Chile lança site com material sobre UFOs

A Direção Geral de Aeronáutica Civil (DGAC) do Chile, através do Comitê de Estudos de Fenômenos Aéreos Anômalos (CEFAA), lançou nesta quarta-feira sua página na Internet, onde apresenta casos, vídeos e estudos que demonstram a existência e realidade dos Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs), tanto em território chileno como no mundo.

A cerimônia contou com a presença da destacada jornalista, escritora e pesquisadora norte-americana Leslie Kean [Consultora da Revista UFO e autora do livro UFOs: OVNIs - Militares, Pilotos e o Governo Abrem o Jogo, disponível na Livraria UFO], experiente neste tipo de fenômeno. Ela destacou que a iniciativa da DGAC é pioneira no mundo, já que não nega a existência dos UFOs e trabalha unida a várias organizações na investigação dos mesmos, além de tornar públicas as informações em prol da cidadania.

O CEFAA vem trabalhando desde 1997 devido a reiterada ocorrência destes fenômenos em aeroportos, os avistamentos protagonizados por pilotos e outros profissionais. Assim, e em conjunto com a Força Aérea Chilena (FACH), pesquisadores privados e internos, pessoal da Polícia de Investigação (PDI), universidades, cientistas e civis conseguiram estabelecer que, pelo menos até o momento, existem 24 casos que entram na categoria de inexplicáveis. Portanto, sua missão é reunir informação, estudar todos os antecedentes relevantes e contribuir, deste modo, à segurança das operações aéreas.

Instrui os pilotos para que saibam como reagir frente a ocorrência de um destes fenômenos. “O Fenômeno UFO é real”, sustentou o diretor do CEFAA, general Ricardo Bermúdez, “e é algo que ocorre a nível mundial”. Por isso, outro dos interesses deste organismo é fazer pública a existência destes fatos.

Com relação à convidada para esta ocasião, Bermúdez disse que “Leslie Kean está aqui porque ela mesma manifestou ter ficado impressionada por este ser o único país que vem conseguindo aglutinar um grupo de cientistas das principais universidades chilenas, mais as ordens de segurança pública e distintos especialistas da DGAC no estudo deste fenômeno, e que o Chile está liderando no mundo as investigações deste tipo”.

A página do Comitê em www.cefaa.gob.cl está operando desde às 08h30 desta manhã de quinta-feira (21). 

crédito: CEFAA

Página oficial de um órgão igualmente oficial de pesquisa ufológica

Página oficial, de um órgão igualmente oficial de pesquisa ufológica

 

crédito: Arquivos CEFAA

Arquivos CEFAA

No site do CEFAA poderão ser conhecidos depoimentos mundiais sobre vários fenômenos não identificados que circulam pelo céu, como esta fotografia tirada no aeroporto de Ovalle em novembro de 2009

 Fonte: Revista UFO

Cometa C/2012 S1 ISON passará raspando a terra em 2013

À medida que o cometa C/2012 S1 ISON se aproxima da Terra, as especulações sobre seu tamanho, magnitude e risco potencial começam a crescer. Estima-se que o brilho do objeto poderá chegar a nada menos que 19 magnitudes negativas, o que em termos práticos significa um verdadeiro holofote no céu. Será mesmo?

 

Tamanho do cometa C/2012 S1 ISON na constelacao de Cancer
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Com o esvaziamento do besteirol mundial sobre a existência do planeta Nibiru e do suposto fim do mundo previsto pelos Maias, a atenção agora se volta para a realidade e um dos objetos que mais atrairá a atenção em 2013 será sem dúvida o cometa C/2012 S1 ISON.

Os cálculos mostram que em 26 de dezembro o cometa atingirá o menor ponto de aproximação com a Terra, a 60 milhões de quilômetros de distância, mas sem qualquer risco de colisão contra o nosso planeta.

Apesar de não haver risco de impacto, o que chama a atenção deste cometa não é sua aproximação com a Terra e sim a distância mínima que chegará do Sol, prevista em apenas 1.8 milhões de quilômetros do centro da estrela, ou 1.1 milhão de km da sua superfície. Isso acontecerá em 28 de Novembro de 2013.

De acordo com alguns modelos de magnitude, o brilho de C/2012 S1 ISON será tão forte poderá atingir até 19 magnitudes negativas. Isso é cerca de 4000 vezes o brilho que o cometa C/1965 S1 Ikeya-Seki apresentou em 1965 ou então 40 vezes o brilho da Lua Cheia e poderá ser visto no céu até mesmo durante o dia.

O problema é que os cometas são astros temperamentais e muito sujeitos ao calor e forças gravitacionais intensas, que podem atraí-los e parti-los em pedaços. No caso de C/2012 S1 ISON, as dúvidas se concentram em saber como ele vai se comportar ante a ameaça do Sol, que em alguns meses já começará a aquecer o seu núcleo para depois atraí-lo.

Se sobreviver à escaldante aproximação estelar, C/2012 S1 ISON poderá se transformar em um dos mais espetaculares cometas de todos os tempos. Se os modelos não se confirmarem, poderá ser o maior fiasco celeste. Seja como for, C/2012 S1 ISON promete chamar muito a atenção em 2013.

A Cruz de Einstein e a curvatura do espaço-tempo

Quando se fala em miragem, quase sempre nos vem à mente aquelas paisagens do deserto ou das estradas, onde uma falsa imagem é criada pelo desvio da luz refletida na areia ou asfalto quente. No Universo essas miragens também acontecem, mas são provocadas por motivos bem diferentes.

A imagem ao lado é um exemplo típico de um desses fenômenos, chamado de Cruz de Einstein. A cena, captada pelo telescópio espacial Hubble mostra uma distante galáxia envolta por quatro pontos centrais que parecem ser o seu núcleo. Parece, mas não é.

O que se vê na imagem é na realidade a luz proveniente de um distante e poderoso objeto, que ao passar pelo intenso campo gravitacional da galáxia é dividida em quatro feixes, em um mecanismo conhecido como “lente gravitacional”.

Em 1915, Albert Einstein comprovou que a massa de um grande objeto pode criar uma curvatura no espaço-tempo ao seu redor, capaz até mesmo de curvar a trajetória de um raio de luz que passe pelas imediações. Dessa forma, um grupo de galáxias de grande massa também provoca uma forte curvatura no espaço-tempo, fazendo com que todos os raios luminosos que atravessem a região sejam curvados, formando uma verdadeira lente cósmica.

Ao curvar a luz dos objetos, uma lente gravitacional permite enxergar outros elementos que estejam atrás das galáxias, criando uma ferramenta de grande utilidade no estudo do Universo. No caso da imagem mostrada, o objeto visualizado é um poderoso quasar escondido atrás do centro da galáxia, que não seria visível se não fosse a deformação do espaço-tempo criada pela colossal força da gravidade.

Lentes diferentes
Nem todas as imagens criadas pelas lentes gravitacionais são iguais e dependem da geometria dos elementos envolvidos na criação da lente. Se a lente é esférica, por exemplo, a imagem resultante se parecerá com um anel luminoso, chamado “anel de Einstein”. Se for alongada a imagem irá parecer como a “Cruz de Einstein”, dividida em quatro. Se a lente é formada por um aglomerado de galáxias teremos a formação de arcos ou “arclets” de luz, grosseiramente descritas como tendo a forma de uma banana.

Atualmente, os cientistas já observaram mais de 500 lentes gravitacionais, mas para que sejam úteis precisam ser cuidadosamente estudadas para se conhecer exatamente como elas curvam os raios luminosos. Este estudo é altamente complexo e até o momento somente dez lentes desse tipo foram completamente compreendidas.

Einstein e o eclipse de Sobral
A primeira vez que a curvatura do espaço-tempo foi observada na prática ocorreu durante o eclipse solar de 1919. Na ocasião, um grupo de astrônomos da Royal Astronomical Society de Londres veio até a cidade de Sobral, no Ceará, com o objetivo de medir o desvio da luz de uma estrela ao passar pela borda do disco solar.

Segundo Einstein, a luz da estrela deveria ser desviada em 1,75 segundos de arco, duas vezes maior que o previsto pela teoria de Newton.

No dia do eclipse, em 29 de maio, os cientistas fizeram sete boas imagens do fenômeno e em novembro do mesmo ano a Royal Astronomical Society anunciou que os resultados obtidos confirmavam o desvio da luz e a teoria de Albert Einstein.

Fotos: No topo, típica lente gravitacional mostra a luz de um poderoso quasar posicionado atrás da galáxia. Sem a curvatura do espaço-tempo não seria possível ver o objeto. Acima, “chapa” do eclipse total do Sol visto em Sobral, no Ceará. As marcas verdes são as estrelas usadas como referência para a comprovação da teoria de Albert Einstein. Créditos: Nasa/Hubble Science/Apod/Royal Astronomical Society/Apolo11.com.

Moeda virtual bitcoin começa a ganhar espaço no comércio brasileiro

Hostel em Florianópolis e bar em SP já aceitam pagamentos do tipo.
Taxa de transações é atraente, mas volatilidade da cotação pode ser risco.

O programador André Horta, de 30 anos, levou seu Honda Fit a uma oficina de Belo Horizonte para uma revisão mecânica que custou R$ 430. Para quitar a fatura, André não usou cartão de débito ou crédito, cheque ou mesmo dinheiro vivo. O pagamento nem foi feito exatamente em reais. Diego Silva, o dono da concessionária, recebeu um total de 0,22 bitcoins, a moeda virtual mais conhecida da internet e que pode ser um modelo para uma revolução nos meios de pagamentos e recebimentos em todo o mundo.

A transação só foi concretizada após uma conversa demorada, pois houve desconfiança do estabelecimento de Silva.

“O que ajudou muito foi que [o dono da oficina] podia receber na conta bancária dele em dinheiro”, diz André.

Mas por que então não fazer uma simples e usual transferência bancária? Justamente porque, respondem os defensores e entusiastas do bitcoin, não há bancos como intermediários. A moeda que só existe no ambiente virtual foi criada há apenas 4 anos e circula por meio de transações entre “carteiras” que existem nos computadores dos usuários. Também não há controle de nenhum banco central do mundo. Para especialistas, o bitcoin pode não durar, mas seu modelo deve permanecer.

Reza a lenda – e tudo realmente indica que seja somente uma lenda – que tudo começou com um japonês chamado Satoshi Nakamoto, com 37 anos na época. Ninguém nunca o viu pessoalmente e acredita-se que ele represente um grupo do setor financeiro europeu. O enigmático “criador” do bitcoin é também o maior detentor da moeda no globo: com mais de 1 milhão de BTCs, a fortuna virtual do “suposto” Nakamoto poderia valer mais de US$ 1 bilhão (R$ 2,35 bilhões). Curiosidade: o significado do nome Satoshi, em japonês, é “sábio”.

Em janeiro, a revista “Bloomberg Businessweek” perguntou: “Por que investidores estão tão loucos por uma moeda alternativa criada por um fantasma?” Em um recente relatório para investidores, o tradicional Bank of America respondeu: “Acreditamos que a moeda possa se transformar em um grande meio de pagamento para o comércio eletrônico e se tornar uma séria competidora a instituições de transferências tradicionais”. E Ben Bernanke, que acaba de deixar a presidência do poderoso Federal Reserve, o banco central dos EUA, deu uma bênção cautelosa: “Talvez seja uma promessa a longo prazo”.

Já os governos da China e da Tailândia proibiram o bitcoin. O motivo oficial é o temor de que a moeda seja usada em lavagem de dinheiro. Sua ampla utilização na “Silk Road” (Rota da Seda), um “esconderijo” na internet onde se comercializam drogas e armas, também deu uma pinta marginal à moeda, o que vem causando problemas para o avanço do bitcoin. No final de janeiro, o vice-presidente da fundação Bitcoin deixou o cargo após ser preso acusado de lavagem de dinheiro e de ligações com a Rota da Seda. A Apple retirou sem explicações um aplicativo de carteira digital de sua loja virtual.

Café em Vancouver, no Canadá, que aceita Bitcoins (Foto: Andy Clark/Reuters)Café em Vancouver, no Canadá, que aceita bitcoins
(Foto: Reuters)

O Banco Central brasileiro declarou em nota aoG1 que o assunto não tem importância no momento. “A própria lei estabelece que sejam regulados apenas os arranjos de pagamentos que, segundo avaliação técnica, possam ter importância sistêmica. O BC analisou o emprego de bitcoins e, por ora, considera que ele não é de relevância para o sistema financeiro brasileiro”.

Há vantagens e também riscos no bitcoin, e alguns comerciantes brasileiros estão começando a despertar para o seu uso. A mais visível delas é conseguir fugir das taxas de bancos e de operadoras de cartão. A adoção como meio de pagamento já ocorre no Brasil por 27 estabelecimentos comerciais, de acordo com o Coin Map – serviço que reúne lugares que se dispõem a receber pagamentos dessa forma. No total, já são mais de 2,6 mil em todo o mundo. A Campus Party Brasil em São Paulo, evento já tradicional voltado à tecnologia, teve um caixa eletrônico para troca de reais pela nova moeda.

Sem taxa de serviço
Transferir bitcoins atualmente não custa nada. Esse cenário torna a moeda atrativa para quem precisa enviar dinheiro de um país para outro, processo em que taxas bancárias e de câmbio inflam os custos. Já existem brasileiros donos de hostels (albergues), lojas de suplementos vitamínicos, bares e até profissionais como taxistas e chaveiros que fazem suas transações com bitcoins. Em Santos, no litoral de SP, um apartamento de 90 m² (com três quartos e dois banheiros) é vendido por US$ 250 mil (R$ 598,5 mil). O empresário Rodrigo Souza, que mora em Nova York, aceita apenas a nova moeda como forma de pagamento.

Adepto do bitcoin há cerca de dois meses, o Caracol Hostel de Florianópolis recebeu pela estadia de um hóspede alemão o valor de R$ 240, pouco menos de 0,1 BTC na época. Outros dois turistas da Polônia entraram em contato com o estabelecimento, fizeram reservas para se hospedar no local e avisaram que pagarão com bitcoins.

“Por que a gente não deveria aceitar?”, pergunta Enzo Baldessar, funcionário do hostel responsável pela implantação. “As operadoras de cartão de crédito cobram 5%. Em uma operação recente, um cara mexeu US$ 150 milhões (R$ 359 milhões) sem pagar nada de tarifa. É muito eficiente. Quanto ele não pagaria se fizesse uma operação interbancária? Seria dinheiro jogado fora.”

Talita Noguchi é uma das proprietárias do Las Magrelas, bar de São Paulo que já acieta Bitcoin (Foto: Guilherme Zauith/G1)Talita Noguchi é uma das proprietárias do Las Magrelas, bar de São Paulo que já aceita bitcoins (Foto: Guilherme Zauith/G1)

O bar e bicicletaria Las Magrelas, de São Paulo, entrou para o time pró-bitcoin relativamente cedo, em maio de 2013, e já registrou sete transações com a moeda. “Isso vai bombar a qualquer momento”, diz Talita Noguchi, de 27 anos, uma das proprietárias. “É absurdamente simples. Quando você vê o negócio acontecendo, percebe como é fácil. É meio sem sentido as pessoas terem medo, porque ainda por cima é superseguro.”

Com clientes fora do país, o escritório de design Modern Lovers, também de São Paulo, adotou o bitcoin em outubro do ano passado, quando recebeu o equivalente a US$ 6 mil (R$ 14,3 mil) na nova moeda para criar uma identidade visual de lâmpadas de LED carregadas com energia solar. O serviço foi encomendado por um australiano que chefia a subsidiária de uma firma do Reino Unido na África do Sul.

“A gente passou a usar bitcoin porque a gente recebia via banco. Além de demorar dias, recebendo US$ 100 ou US$ 1 mil vão cobrar aquelas taxas gigantes”, afirma Fabrício Bellentani, um dos sócios do escritório. “Mas ainda são muitos poucos os clientes que usam e têm essa noção”.

Moeda 'física' que brinca com o Bitcoin (Foto: Reuters)Moeda ‘física’ que brinca com bitcoin (Foto Reuters)

1 bitcoin = R$ 1,9 mil
É bom lembrar que as transações via bitcoin, apesar de não terem o registro de instituições financeiras, constituem comercialização de bens e, sem declaração à Receita Federal, podem representar fraude.

Além disso, há os riscos envolvidos: uma das preocupações de economistas é a volatilidade da moeda virtual. Um bitcoin valia US$ 0,01 em 2011, e sua cotação já atingiu US$ 880 (R$ 1,9 mil), o que mantém alguns comerciantes com um pé atrás. “Transformo isso em real quase imediatamente [para evitar problemas]“, diz Talita, do bar Las Magrelas, entusiasta da moeda.

Baldessar, do hostel de Florianópolis, afirma que, “por ser uma novidade ainda, existe uma grande volatilidade nos preços do bitcoin, por isso é interessante para o lojista e para o cliente fixarem o valor a ser pago em real e depois fazer a conversão para a nova moeda. Acredito que, quando o mercado estiver mais maduro, esse procedimento não será necessário. Os preços poderão ser fixados diretamente em bitcoin”.

É uma moeda virtual que, como qualquer moeda atual hoje no mundo, é baseada na confiança. Ela funciona e é usada enquanto todo mundo que usa acredita que ela funciona”
Pedro
Duarte Garcia,
professor da USP

Já o analista de sistemas Felipe Micaroni Lalli pensa de forma bem diferente. “Para mim, essa é uma forma de poupança, armazenamento de valor, assim como o ouro. É uma forma de fugir da volatilidade, inflação e incerteza estatal. Eu não confio no governo, então não vou manter meu dinheiro em uma moeda emitida e controlada por alguém que eu não confio.”

O administrador de sistemas Dâniel Fraga resume três possíveis usos para o bitcoin: moeda de troca, meio de pagamento, e investimento ou poupança. Mas há outros empregos possíveis, até alguns que não envolvem a moeda em si. Em maio de 2013, um programador argentino sugeriu que o sistema seja usado para confirmar a existência e a integridade de documentos em um determinado momento – algo como um “serviço notarial” digital. Um serviço assim hoje depende de certificados que custam cerca de R$ 300. “Imagine as inúmeras possibilidades do bitcoin que ainda não foram sequer exploradas”, avalia Fraga.

E os gigantes dos atuais meios de transação eletrônica, como será que veem o bitcoin? Para Edward McLaughlin, diretor de pagamentos emergentes da MasterCard, a utilização que é dada à moeda hoje e seu caráter anônimo fazem com que a empresa, por meio de suas políticas, não a inclua em seu circuito. “Se e quando [o bitcoin] se tornar parte do sistema regulatório aceitável, nós saberemos como tratá-lo da mesma forma que tratamos as várias moedas com que trabalhamos hoje”, disse o executivo ao G1.

Sem mediação de governos
Para o professor Pedro Duarte Garcia, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), o bitcoin não se diferencia muito de outras moedas sob o ponto de vista monetário.

“É uma moeda virtual que, como qualquer moeda atual hoje no mundo, é baseada na confiança. Ela funciona e é usada enquanto todo mundo que usa acredita que ela funciona. Isso é comum a qualquer moeda que a gente carrega no bolso.”

Além disso, o bitcoin não passa pelo sistema bancário e, por isso, não é regulado por nenhuma autoridade, o que gera preocupação em alguns países. Assim, organizações que tiverem suas economias bloqueadas por pedidos de governos – como o WikiLeaks, empresa que já teve interrompido o acesso à sua conta bancária – podem se beneficiar das facilidades de transferências de dinheiro entre países ao não passarem pelos sistemas convencionais.

“A atividade econômica não vai ser atingida por uma mudança. Mas quem sofre diretamente o impacto disso é o governo, porque a capacidade de arrecadação diminui, já que há uma série de impostos que dependem do sistema bancário ou de um sistema que conte com o CPF da pessoa, o que deixa de existir. [Isso] Gera desafios para o governo, e o governo pode ter impacto sobre a economia, porque compra bens na economia, oferece bens, participa das atividades”.

Na onda do bitcoin, mais de 200 moedas virtuais surgiram, aumentando a pressão sobre as autoridades financeiras e sobre empresas que lidam com dinheiro. “O bitcoin e outras moedas virtuais, se vierem para ficar, e não é claro que isso vá ocorrer, vão gerar uma série de desafios que a gente vai ter que enfrentar e com os quais não estamos acostumados”, diz Garcia.

A dificuldade de gerar bitcoins preocupa alguns entusiastas da moeda, que acreditam que seu valor, que já flutua em R$ 2 mil, só tende a subir. Por esse motivo, uma alternativa mais barata já foi criada: o litecoin.

Ao contrário do bitcoin, que usa o ouro como símbolo, o litecoin usa a prata. Em vez de cálculos que demoram cerca de 10 minutos para validar uma transação, o litecoin demanda 2 minutos e meio. O total de litecoins gerado será de 84 milhões, quatro vezes mais que de bitcoins. Dessa forma, o litecoin sempre valerá menos, servindo em especial para transações menores.

Em meio a incertezas sobre a cotação e a origem das novas moedas virtuais, quem já está nessa não diminui a empolgação. “O bitcoin é a maior invenção desde a internet, é uma tecnologia, um protocolo que já foi inventado e é útil. E não tem como desfazer uma invenção genial”, afirma o analista de sistemas Felipe Micaroni Lalli.

Vênus cruza disco solar no último trânsito do século

Às 19h09 desta terça-feira, astrônomos e observadores em todo o mundo terão a última chance para acompanhar um raro evento celeste. Durante sete horas o planeta Vênus cruzará o disco solar, em um espetáculo único que será transmitido ao vivo! 

Nesta noite, depois que os últimos raios de sol deixarem de iluminar o Brasil, um verdadeiro batalhão de telescópios profissionais e amadores, em diversas partes do mundo, estarão apontados paro astro-rei. Satélites de observação solar farão imagens ao vivo da estrela, enquanto binóculos equipados com filtros vermelhos estarão, aos milhões, apontados para o espaço.

Não é necessário dizer, mas o trânsito de Vênus de 2012 será o maior evento desse tipo a ser acompanhado por tantos instrumentos simultaneamente. Desde 2004, quando ocorreu o último trânsito, três novos telescópios solares foram lançados e milhões de pessoas adquiriram telescópios e binóculos, transformado-as em astrônomo amadores do dia para a noite. Além disso, a facilidade das transmissões ao vivo pela internet permitiu que eventos assim sejam repercutidos instantaneamente de qualquer parte do mundo, por qualquer pessoa.

O trânsito de Vênus é um fenômeno raro, que acontece aos pares uma única vez por século. A última vez que isso aconteceu foi em 2004 e o próximo só em 2117. Isso faz do evento de hoje uma oportunidade única de acompanhamento pela quase totalidade de pessoas vivas atualmente.
Anel de Fogo
Para a maior parte das pessoas, o trânsito será simplesmente uma curiosidade, um fato interessante sem maiores consequências, mas para os astrônomos amadores e profissionais será uma oportunidade única de colocar seus conhecimentos à prova e também tentar responder algumas perguntas que ainda cercam a natureza do planeta Vênus e também da Terra.

 

anel de fogo de Vênus
Em 2004, quando o planeta cruzou o disco solar pela primeira vez no século 21, um interessante fenômeno foi observado pelos astrônomos. Durante a passagem pelo limbo da estrela, uma espécie de anel de fogo foi visto ao redor do planeta, intrigando os cientistas. Apesar da grande quantidade de instrumentos que registraram o evento, nenhum deles estava preparado para estudar o anel.

Contando agora com uma rede de 9 coronógrafos espalhados pelo mundo, os pesquisadores Thomas Widemann, ligado ao Observatoire de Paris e Jay Pasachoff, do Williams College, EUA, poderão estudar melhor o fenômeno e fornecer respostas para o fenômeno.

Os primeiros estudos mostraram que a causa do aparecimento do anel durante o trânsito era causado pela refração dos raios solares através da atmosfera superior de Vênus.

“Não entendemos porque um planeta tão parecido com o nosso tem uma atmosfera tão diferente”, explica Widemann.

Terra e Vênus têm tamanhos semelhantes, distâncias similares com relação ao Sol e são construídos basicamente do mesmo material. No entanto, os dois planetas estão envoltos em cobertores de ar bastante diferentes. Vênus tem uma atmosfera 100 vezes mais maciça que a da Terra e consiste principalmente de CO2. Isso cria um efeito estufa gigantesco, tornando a superfície venusiana uma tórrida fornalha de mais de 500 graus Celsius.

Durante o trânsito, os pesquisadores farão uma análise espectral detalhada da atmosfera venusiana com objetivo de estudar a composição química de sua atmosfera e entender como os dois planetas se tornaram tão diferentes, apesar das características que têm em comum.

 

De acordo com Pasachoff, os melhores momentos para ver o arco serão quando o Sol ingressar ou deixar o limbo do Sol. O ingresso do planeta ocorrerá às 19h09 BRT e 19h27 BRT enquanto a saída será a 01h32 e 01h50 BRT. Se você estiver em algum local em que seja possível ver o trânsito, esteja certo de que seu telescópio ou binóculo estejam equipados com filtros apropriados. O arco será visível com filtros branco ou H-alfa (Hidrogênio Alfa).

Este será apenas um dos muitos experimentos que serão feitos. Além da composição química de Vênus, outro experimento que chama a atenção será feito pelo telescópio espacial Hubble, que usará uma das crateras da Lua para registrar o trânsito. O objetivo será aprimorar técnicas que poderão ser usadas na busca por planetas extrassolares.
Veja ao vivo
Apesar do trânsito de Vênus de 2012 não ser visível na maior parte do Brasil, você poderá acompanhar o evento no conforto da sua casa aqui mesmo no ApoloChannel.

O trânsito planetário será transmitido na íntegra – ao vivo – na noite do dia 5 de junho, a partir das 19 horas. Além disso, você poderá participar de um chat em tempo real entre os usuários que estarão assistindo ao fenômeno. Melhor que isso, só se for para assistir no Havaí, o melhor lugar da Terra para acompanhar o trânsito!


Veja também:
Antes do trânsito de Vênus, veja Mercúrio próximo ao pôr-do-Sol 


Trânsito de Vênus é espetáculo astronômico do século 


Telescópio Hubble usará a Lua como espelho para observar trânsito de Vênus


Artes: no topo, trânsito de Vênus registrado em junho de 2004. Acima, registro do “anel de fogo” durante o trânsito de 2004, registrado pelo astrônomo amador André Rondi, através de um telescópio refrator de 250 mm, próximo a Toulouse, França. Créditos: Nasa, Observatório Mauna Kea, André Rond, Apolo11.com.

 

Forte explosão solar poderá provocar blecautes nas próximas horas

Uma poderosa explosão solar de classe M9 deverá castigar a Terra entre terça e quarta-feira e produzirá distúrbios ionosféricos de grande magnitude. Essa é a maior explosão do Sol desde 2005 com potencial para danificar satélites e produzir sobretensões em redes de distribuição elétrica.
A explosão ocorreu no hemisfério norte do Sol às 03:59 UTC (01h59 BRT) de segunda-feira, dia 22, quatro dias depois que uma explosão na estrela produziu uma forte ejeção de massa coronal que atingiu a Terra no dia 22, provocando instabilidades geomagnéticas de média intensidade. Esta explosão fez Índice KP, que mede a instabilidade ionosférica chegar ao nível 5. Com a nova explosão o KP deve chegar ao nível 8 ou 9 nas próximas 48 horas.

De acordo com informações recebidas do Centro de Previsão de Clima Espacial dos EUA, SWPC, as partículas solares deverão atingir a alta atmosfera terrestre já a partir das 12h00 BRT de terça-feira.

Para cobrir os 149 milhões de km que separam a terra do Sol as partículas estão viajando a 4 milhões de km/h. O choque com a ionosfera será intenso e produzirá auroras boreais que poderão ser vistas até mesmo nas latitudes norte próximas de 45 graus, onde se localiza grande parte da Europa e norte dos EUA. Países localizados acima dessa latitude presenciarão as auroras com maior intensidade.

Além das auroras, a tempestade atual poderá causar reboots isolados em computadores a bordo dos satélites, interferir nas comunicações através de rádio nas faixas de baixa frequência e induzir descargas elétricas em linhas de transmissão, com possibilidade de blecautes parciais em cidades do hemisfério norte.

Importante
Apesar do intenso bombardeio por que passará a Terra, não existem riscos para pessoas ou animais. O efeito maior será causado nas altas camadas da atmosfera, especialmente a ionosfera, causando distúrbios capazes de bloquear transmissões de rádio em baixa frequência. Não estão descartadas possibilidades de desvios significativos em bússolas nas latitudes equatoriais, assim como pequenos erros de geolocalização por GPS.

Partículas Carregadas
Após uma explosão solar ocorre a chamada “ejeção de massa coronal”, uma gigantesca quantidade de gás ionizado que é emanado do Sol a velocidades altíssimas que superam facilmente a marca de 1 milhão de km/h.

Quando essa ejeção de partículas vem na direção da Terra, são bloqueadas e desviadas pelo campo magnético natural do planeta que as conduz na direção dos polos. O choque produz as chamadas tempestades geomagnéticas, com os inúmeros efeitos já descritos.
Consequências
Como vimos, a primeira consequência é a possibilidade de auroras boreais nas latitudes mais elevadas, provocadas pela ionização dos átomos de nitrogênio e oxigênio na atmosfera superior. Excitado, o nitrogênio emite fótons no comprimento de luz verde enquanto o oxigênio emite luz no espectro do vermelho.

Com relação às telecomunicações, as principais interferências ocorrem nos comprimentos de onda de frequências muito baixas – VLF – onde operam equipamentos de navegação e orientação de barcos e aeronaves. No entanto, devido à redundância de instrumentos utilizados para orientação e o uso de sistemas inerciais de orientação, esse seguimento é pouco afetado por tempestades solares.

Embarcações que utilizam exclusivamente GPS para orientação poderão também perceber pequenos erros de posicionamento. O motivo é que esses instrumentos baseiam-se no tempo que as ondas eletromagnéticas chegam até o receptor. Durante as tempestades geomagnéticas a ionosfera terrestre se torna mais densa no comprimento de onda utilizado pelo sistema GPS, retardando em alguns microssegundos a recepção dos sinais. No entanto, modelos computacionais conhecidos como Ionosferic Delay permitem aos operadores do sistema levar em conta esse atraso, introduzindo correções para que o erro seja minimizado.

Tempestades solares intensas também são responsáveis por danificar equipamentos a bordo de satélites e aumentar o arrasto deles na atmosfera, tornando frequente a necessidade de reposicionamento para que seja mantida a órbita programada.

O setor elétrico também sofre com as perturbações do Sol, que geram correntes elétricas induzidas nas linhas de transmissão. Dependendo da intensidade da tempestade e da região do planeta, as correntes induzidas podem danificar transformadores e em casos mais graves até mesmo explodir equipamentos, principalmente se localizados nas latitudes elevadas.

Acompanhe diariamente a Atividade Solar


Só dieta e exercícios são suficientes?

Nós sempre focamos na alimentação e na prática de exercícios para perder peso, mas será que não existem outros fatores que possam influenciar na nossa dieta que possam interferir para você atingir o seu sucesso?

Eu acredito que sim, principalmente o fator psicológico, acho que principalmente no meu caso é o meu maior desafio. Na semana passada eu tive um jantar com amigos e liberei total, afinal de contas, faziam 3 semanas que eu estava na linha e acreditava que merecia um descanso.

Qual foi o resultado disto? Engordei!!! Mas acredito que isto não foi o problema, o verdadeiro problema é que no dia seguinte eu relaxei também e depois disso foram mais 2 dias que não foram dos melhores, portanto um dia de “liberdade” se tornaram 4.

A lógica seria ser contra qualquer tipo de dia para relaxar com a dieta, porém não acredito que isto seja mesmo o real problema, pois dias assim sempre vão existir, seja quando você estiver querendo perder ou manter o peso.

Agora sendo mais específico com o meu caso, o meu maior problema é a falta de foco que eu tenho depois de um dia “relax”, fico com preguiça no dia seguinte para fazer exercícios e fico pensando como foi bom comer aquela sobremesa.

No sábado do dia 5/11 eu estava com 141.2 kg, no dia seguinte fiquei com 142.9 kg. Acho que até ai tudo bem, depois de umas cervejas e comer bem, é normal você ganhar peso, mas com o meu descuido eu fui para 146.6 kg, portanto eu ganhei mais de 5 kg em 4 dias!!!!

Quando eu resolvi voltar a minha rotina, eu voltei a perder peso e hoje (14/11) estou quase lá, na verdade ontem (13/11) já tinha perdido todo o peso que tinha ganhado, mas como  ontem eu não fiz exercícios (apesar de manter a dieta) acabei ganhando 200 gramas.

O que eu quero dizer é que por mais que focamos em ter uma alimentação saudável e fazer exercícios diários, será que não deveríamos prestar atenção também no que faz a gente sair dos trilhos? Pois afinal de contas, não são estes deslizes que são os verdadeiros culpados pelas nossas falhas?

Eu sei que o meu próximo dia de meter o pé na jaca vai ser no dia 10/12, pois vai ter uma festa de natal aqui em casa, por isso vou estar me preparando para não cometer o mesmo deslize que cometi na semana passada, acredito que este dia vai ser fundamental para eu obter sucesso na minha dieta.

Mas enquanto este dia não chega, vou ficar focado na minha dieta e nos exercícios porque eles provaram que apesar do meu deslize eu consegui voltar aos 141 kg.

Por: Alex Costa
Blog da Dieta

Marte: Imagens mostram gigantesco leito de rio com 1500 km

Uma impressionante imagem registrada pela sonda europeia Mars Express reforça ainda mais a hipótese de que a água líquida já correu pela superfície marciana. A cena mostra um gigantesco leito sinuoso com 1500 km de comprimento, provavelmente de um antigo rio do tamanho do Rio Solimões.

 

Marte rio com 1500 km
Sempre que uma imagem em alta resolução do Planeta Vermelho é divulgada, chama a atenção as similaridades geológicas entre Marte e a Terra. São vales, montanhas e outras feições que lembram bastante os nossos desertos e que poderiam facilmente se passar por paisagens terrestres.
Além disso, as estruturas sinuosas e as ravinas são muitos semelhantes àquelas encontradas aqui na Terra e produzidas pela erosão causada pela água, o que faz os cientistas acreditarem cada vez mais que a água líquida já correu na superfície do planeta.

 

Marte: Rell Vallis
A imagem divulgada recentemente é mais uma dessas evidências geológicas e retrata um possível curso de água com mais de 1500 quilômetros de extensão repleto de afluentes e que há milhões de anos pode ter sido uma verdadeira bacia fluvial marciana.
A cena foi registrada pela sonda europeia Mars Express ao fotografar a região de Reull Valli, no polo sul de Marte. De acordo com os dados da agência espacial europeia, ESA, o canal tem cerca de 7 quilômetros de largura por 300 metros de profundidade.

No entender dos geólogos planetários que analisaram a imagem, as atuais feições de Reull Valli foram provavelmente formadas por fluxos de detritos e gelo durante o atual período geológico, chamado Amazoniano. No entanto, a formação do possível leito fluvial é bastante anterior e remonta ao chamado período Hesperiano, ocorrido entre 3,5 bilhões e 1,8 bilhão de anos atrás.

 

Marte: topografia
Apesar das fortes evidências de que a água líquida já correu pelo Planeta Vermelho, ainda não foram encontradas provas definitivas disso. Além disso, uma das questões que mais intrigam os pesquisadores planetários é saber onde toda essa água foi parar, já que as dimensões dos leitos fluviais e ravinas marcianas são sempre de grandes dimensões e a quantidade de água que por ali fluiu não poderia ser desprezível. Teria ela se evaporado devido à baixa gravidade marciana ou estaria aprisionada abaixo da superfície, na forma de verdadeiros aquíferos marcianos?

Terremoto de 3.5 graus é registrado a 2 km de Montes Claros, MG

Um terremoto de 3.5 graus de magnitude foi registrado no Brasil, a 2 km da cidade de Montes Claros (MG), a 10 km de profundidade.

 
O evento ocorreu as 22h50 pelo horário de Brasília e teve seu hipocentro localizado abaixo das coordenadas 16.72S e 43.85W, a 2 km de Montes Claros, 22 km de Glaucilândia (MG) e 31 km da cidade de Juramento (MG)

De acordo com o site de notícias G1, que citou o professor Lucas Barros, chefe do Observatório Sismológico de Brasília, ocorreram 3 abalos de pequena intensidade e o maior deles atingiu 3.2 Richter. O site também informa que o Corpo de Bombeiros recebeu cerca de 300 chamadas devido aos tremores, mas não houve danos ou feridos.

A região de Montes Claros está próxima à falha geológica BR47, e pode ser a responsável por diversos tremores que ocorrem na região norte do Estado de Minas Gerais.

Veja onde estão localizadas as falhas geológicas brasileiras

Universidade do Interior de SP se interessa por Ufologia

No mês de março de 2012 os alunos de jornalismo da UNIFAE da cidade de São João da Boa Vista interior de São Paulo, buscaram informações com o Sr. Pedro Scarabelo atual presidente do Grupo Ufologico Sanjoanense (GUS) para saber mais sobre as pesquisas da ufologia brasileira e sobre os fenômenos ocorridos na região de São João. Veja o jornal da UNIFAE “Entrelinhas” onde foi publicada a materia sobre ufologia abaixo:

Executiva demitida do Banco Mundial alega que alienígenas controlam as finanças do planeta

Executiva demitida do Banco Mundial alega que alienígenas controlam as finanças do planeta
Publicada el 23/05/2014 en NEWS WORLD
Karen Hudes saiu da instituição em 2013 após denunciar corrupção no órgão e afirma em entrevista que alienígenas pretendem escravizar a humanidade pelas finanças

CRÉDITO DA MATÉRIA: REVISTA UFO

A Ufologia Mundial está nos últimos dias debatendo as alegações de Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial, de que alienígenas controlam as finanças da Terra. De acordo com o que disse em uma entrevista que concedeu ao apresentador Fabio Complejo, seres não humanos controlam as instituições financeiras mundiais e o Vaticano.

Karen Hudes estudou na Escola de Direito de Yale e depois formou-se em economia na Universidade de Amsterdã. Trabalhou de 1980 a 1985 no US Export Import Bank, em seguida no Departamento Legal do Banco Mundial de 1986 a 2007. Em 2013 seu nome chegou às manchetes por ter sido demitida do Banco Mundial após ter acusado a instituição de corrupção. Hudes, desde então, tem se dedicado a denunciar uma suposta elite que controla a economia mundial.

A economista faz suas alegações mencionando um estudo suíço publicado no site Plos One. Esse artigo aponta que um pequeno grupo de entidades, divididas entre instituições financeiras e bancos centrais de algumas nações, exerce uma descomunal influência na economia mundial atuando desde os bastidores, sem qualquer divulgação. Hudes afirma: “O que acontece é que os recursos mundiais são dominados por esse grupo. Eles têm tido permissão para fazer isso”.

INFLUÊNCIA ALIENÍGENA

 

CRÉDITO: ARQUIVO

Karen Hudes em uma das entrevistas que concedeu

Karen Hudes em uma das entrevistas que concedeu

 Informações relacionadas nas fontes consultadas dão conta de que o estudo suíço, realizado por pesquisadores do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, analisou as relações entre 37 milhões de companhias e investidores por todo o mundo. Eles chegaram à conclusão de que 147 megacorporações controlam cerca de 40 por cento da economia global. Entre algumas dessas corporações estariam o Barclays Bank, JPMorgan Chase & Co, and The Goldman Sachs Group, que influenciariam as políticas de vários bancos centrais, do Banco Mundial e do próprio Fundo Monetário Internacional (FMI).

Contudo, as alegações mais bombásticas de Karen Hudes são mesmo a respeito da influência alienígena nesse processo. Na entrevista cujo vídeo pode ser assistido abaixo ela afirma que os seres são chamados Homo Capensis: “São criaturas não humanas, de cabeça alongada e que controlam o Vaticano e os bancos de todo o mundo. Estiveram na Terra, ao lado da humanidade, antes da Idade do Gelo”. Ela tenta dar substância às suas alegações mencionando faraós e certa arte egípcia mostrando seres com crânios alongados, como os encontrados na América do Sul.

Contudo, sabe-se muito bem que certas culturas tinham como hábito alongar os crânios apertando faixas nos crânios de recém-nascidos. Alegar uma fantástica conspiração mundial sem apresentar provas também não requer muita imaginação. Finalmente, vários ufólogos têm criticado as manifestações de Karen Hudes, como o editor da Revista UFO, A. J. Gevaerd, que comentou a respeito o seguinte:

“Acredito que a senhora Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial, tenha cometido um grande exagero ao afirmar que extraterrestres comandariam a economia mundial e o Vaticano. Não acredito nisso. O que acredito, no entanto, é que a realidade da presença alienígena na Terra é conhecida pelos grandes países e muito mais ainda pelo Vaticano, e que as autoridades de todas estas nações não ignoram o assunto, embora não o comentem publicamente. Seria natural que pautassem muitas de suas ações levando à questão ufológica em consideração, mas daí a se dizer que ETs comandam nossa economia é de um exagero cavalar”.

Assista a entrevista de Karen Hudes:

 

CRÉDITO: REVISTA UFO

Novas descobertas questionam extinção dos dinossauros

O impacto de um grande asteróide ocorrido há 65 milhões de anos é a teoria que melhor explica a extinção em massa dos dinossauros. No entanto, descobertas recentes no local do impacto mostram que o choque do objeto ocorreu antes do desaparecimento da espécie e pode significar uma mudança na teoria atual.
A cratera deixada pelo impacto, batizada de Chicxulub, mede aproximadamente 180 quilômetros de diâmetro e foi descoberta em 1978 ao norte de Yucatán, no Golfo México. Assim que os especialistas descobriram traços do impacto logo abaixo da camada geológica correspondente ao período cretáceo-terciário, chamado período K-T, identificaram o local como o do possível choque responsável pela extinção em massa ocorrido neste período.
Novo Estudo
No entanto, diversos cientistas questionam essa interpretação. De acordo com um novo estudo publicado nesta segunda-feira pelo periódico “Journal of the Geological Society”, o impacto de Chicxulub não ocorreu no período K-T, mas pelo menos 300 mil anos antes. A conclusão é de um grupo de pesquisadores liderados por Gerta Keller, da universidade de Princeton e seu colega Thierry Adatte, da universidade de Lausanne, na Suíça.De acordo com Richard Lane, da Fundação Nacional de Ciência, NSF, dos EUA, Keller e seus colegas continuam a acumular dados que permitirão uma nova reflexão sobre a extinção em massa ocorrida no final do período Cretáceo. Os dados coletados até agora mostram que a grande extinção pode não estar ligada ao impacto do asteróide.
Os estudos feitos próximos à localidade de El Penon mostram que entre quatro e nove metros de sedimentos foram depositados à razão de dois a três centímetros a cada mil anos após o impacto. Segundo Keller, o nível da extinção se localiza somente nos sedimentos acima desse intervalo, indicando que os dois eventos não ocorreram próximos no tempo.

Teoria Atual
Os defensores da teoria atual sugerem que a cratera e a extinção em massa não aparecem nos mesmos registros sedimentários devido aos terremotos e tsunamis que provavelmente ocorreram após o impacto, mas a tese é refutada por Keller. “O problema com essa interpretação é que o complexo do arenito estudado não foi depositado algumas horas ou meses após o impacto, mas durante um longo período de tempo”, explicou a cientista.

O estudo também constatou que os sedimentos que separam os dois eventos têm características normais de sedimentação, com túneis criados por criaturas que habitam leito do oceano, erosão e transporte de sedimentos, mas nenhuma evidência de perturbação da estrutura sedimentar. Além disso, os cientistas também encontraram evidências de que o evento de Chicxulub não teve o impacto na biodiversidade como sugerido até agora.

Na localidade de El Penon, por exemplo, os pesquisadores encontraram 52 espécies presentes nos sedimentos abaixo da camada do impacto e contaram as mesmas 52 espécies nas camadas superiores. “Descobrimos que nenhuma espécie foi extinta como resultado do choque”, disse Keller.
Erupções Vulcânicas
No entender de Keller a conclusão não deve provocar grandes surpresas. “Afinal, nenhuma outra extinção em massa está associada a um impacto, além disso, não se conhece nenhuma outra cratera gigante que pode ter provocado uma grande extinção”.

Descartando a possibilidade do impacto de Chicxulub ter provocado a extinção dos dinossauros, Keller acredita que o evento tenha sido provocado por violentas erupções vulcânicas ocorridas em Deccan Traps, na Índia, que liberaram grandes quantidades de poeira e gases que bloquearam a luz e amplificaram significativamente o efeito estufa.


Artes: No topo, concepção artística mostra o choque do asteróide que pode ter provocado a extinção dos dinossauros durante o período KT. Acima, local do impacto, na península de Yucatán, no Golfo do México. Crédito: Wikimedia Commons/Apolo11.com.


Direitos Reservados

Asteroide 2012 DA14 pode se chocar contra a Terra em 2013?

Começa a circular na internet um novo boato de que um grande asteroide deverá se chocar contra nosso planeta em 2013. Como o boato deverá se espalhar à medida que o tempo passa, preparamos esse artigo com objetivo de esclarecer nossos leitores, curiosos em entender melhor o que está acontecendo. 

Antes de falar sobre o asteroide, é importante destacar que todo ano é divulgada uma nova possibilidade de ameaça contra nosso planeta. São explosões solares intensas, cometas controlados por entidades secretas, sons estranhos vindos do céu ou então terremotos induzidos pelos americanos através do Projeto Haarp.

Até hoje, não se sabe exatamente como esses boatos começam, mas não há qualquer dúvida de que se espalham com muita rapidez. Para piorar as coisas, quase sempre a informação se propaga de forma equivocada, alicerçada por dados científicos quase sempre vindos de fonte duvidosa ou inexistente.
2012 DA14
Agora, a bola da vez é o asteroide 2012 DA14, descoberto no final de fevereiro por astrônomos do Observatório Astronômico de La Sagra, na Espanha. O objeto tem aproximadamente 45 metros de diâmetro e sua órbita é muito parecida com a terrestre. Quando foi descoberto, se localizava a cerca de 2.5 milhões de km do nosso planeta, seis vezes a distância entre a Terra e a Lua.

Os gráficos orbitais mostram que 2012 DA14 passa a maior parte do seu tempo bem distante do nosso planeta. No entanto, o caminho que a rocha percorre no espaço a traz para perto da Terra duas vezes por orbita. Isso acontece a cada seis meses e a última vez que essa aproximação ocorreu foi em 16 de fevereiro de 2012, o que permitiu sua descoberta.
Próxima aproximação
Em 15 de fevereiro de 2013 ocorrerá a próxima aproximação entre a Terra e 2012 DA14 e de acordo com cálculos feitos recentemente, a menor distância entre os dois objetos será de aproximadamente 27 mil quilômetros. Apesar de ser uma distância bem pequena – inferior a dos satélites geoestacionários – as chances de impacto contra a Terra são desprezíveis, estimada em zero na Escala Torino, que vai até 10.

Estima-se que 2012 DA14 tenha uma massa de 120 mil toneladas. Se atingisse nossa atmosfera, produziria um choque similar ao do impacto de Tunguska, ocorrido no início do século 20 acima dos céus da Sibéria.
Aproximações futuras
Se a distância do asteroide em 15 de fevereiro de 2013 permite classificar as chances de impacto como zero na Escala Torino, como serão as probabilidades futuras?

Responder a essa pergunta não é tão fácil como parece e depende de inúmeros fatores. Quanto maior o número de observações feitas pelos astrônomos, maior é a precisão do calculo orbital do objeto. Até 5 de março, segundo o Centro para Objetos Próximos à Terra, NEO, da Nasa, a possibilidade de impacto entre 2020 e 2057 se mantinha em zero, apesar de previsão de distâncias ainda menores que fevereiro de 2013.

A partir de 2020 até 2057, 2012 DA14 fará uma série de rasantes bem próximos à nossa atmosfera. Em 15 de fevereiro de 2026, por exemplo, estima-se que a rocha passará a apenas 890 km de distância e em 2033 essa distância será ainda menor, de 512 km. Em 16 de fevereiro de 2040 o asteroide chegará ao menor valor previsto, de apenas 448 km.

Muito embora sejam valores muito próximos de nossa atmosfera, as chances de impacto, segundo o NEO, permanecem em zero. No entanto, à medida que mais observações forem feitas novos resultados deverão ser divulgados, aumentando ou diminuindo o risco de colisão.

No momento, a única afirmação correta é que não há qualquer chance de impacto para fevereiro de 2013. Para os outros anos, ainda é muito cedo para qualquer afirmação.

Apenas para situar melhor o leitor, em outubro de 2008 o asteroide 2008 TS26 chegou a apenas 6150 km e em março de 2004 a rocha 2004 FU162 passou a 6535 km de distância.

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Arte: O gráfico mostra as orbitas da Terra e do asteroide 2012 DA14. O caminho que a rocha percorre no espaço a traz para perto da Terra duas vezes por orbita. Isso acontece a cada seis meses e a última vez que essa aproximação ocorreu foi em 16 de fevereiro de 2012. Em 15 de fevereiro de 2013 ocorrerá de novo, com a rocha atingindo apenas 27 mil quilômetros de distância. Crédito: JPL/Nasa, Apolo11.com.

8 formas de fazer mais no seu dia a dia

Ás vezes, você sente como se tivesse passado o dia todo extremamente ocupado, mas na verdade não conseguiu concluir nada? Sente que em vez de diminuir, sua lista de tarefas aumentou, embora tenha tentado concluir muitas delas?

Como isso pode acontecer? A resposta está em aprender a gerenciar melhor o seu tempo e garantir que você não seja apenas uma pessoa ocupada, mas sim eficiente.

1. Conheça a si mesmo
Qual é seu período mais produtivo? Manhã ou tarde? Todos têm momentos durante o dia em que estão com sono e devagar (para a maioria das pessoas é após o almoço), por isso a melhor coisa a se fazer é tentar realizar tarefas com mais prioridade quando você está mais alerta, e lidar mais com trabalhos de rotina, como responder e-mails, quando você está menos criativo. Uma outra coisa que se deve ter em mente é que quanto mais pesado for o seu almoço, mais sonolento você ficará, pois seu corpo se concentra na digestão do alimento.

2. Tenha uma lista de tarefas
Seja lá quais forem as suas tarefas, anote-as: tê-las claramente anotadas dará a você uma melhor visão geral. Coloque um asterisco ao lado das tarefas mais importantes ou destaque-as de outra maneira. Separe as tarefas “urgentes”, “importantes” e aquelas que você pode concluir em um período mais longo. Conforme você conclui as tarefas, risque-as da lista: isso é extremamente motivador e dará a você uma sensação real de concretização.

3. Ocupe o tempo que você tem
Escolha a tarefa que se encaixa no período de tempo que você tem disponível. Por exemplo, meia hora livre pela manhã e outra meia hora à tarde são perfeitas para checar e-mails, mas não são suficientes para começar um longo relatório. Você não precisa responder todos os e-mails: exclua os spams e aqueles que dizem apenas “Obrigado!”, responda os mais fáceis e guarde as mensagens mais complexas para quando você tiver mais tempo de responder adequadamente.

4. Aprenda a dizer não
A prática do trabalho eficiente inclui saber quando dizer não. Se você assumir muitas coisas, você não conseguirá fazer nada adequadamente. O truque é: “Diga sim à pessoa, não à tarefa.” Em outras palavras, esteja aberto e seja amigável com seus colegas, mas se alguém pedir para você fazer algo para o qual não tem tempo, diga que não, que sente muito, mas não conseguirá fazer no prazo solicitado. Tenha sempre uma atitude positiva sugerindo um novo prazo ao qual você acredita que conseguirá atender.

5. Uma coisa por vez
Focar adequadamente significa dizer não a tarefas múltiplas. De fato, se você fizer várias coisas ao mesmo tempo, você levará até 40% mais tempo para concluir seus trabalhos. Não somente a qualidade ficará comprometida, mas você fará somente um pouquinho de tudo e portanto nunca terá a satisfação de riscar alguma coisa da lista, por isso a lista nunca fica menor. Atribua a si mesmo uma tarefa da lista, de acordo com o tempo que você tem, e trabalhe nela até concluí-la. Risque-a da lista de tarefas e vá para a próxima. Você verá que ficará muito menos estressado.

6. Vença a procrastinação
Algumas pessoas não conseguem concluir tarefas maiores porque deixam para começá-las na última hora e perdem o prazo todas as vezes. Se você é uma dessas pessoas, pergunte a si mesmo o que está acontecendo. Será que quanto mais importante a tarefa, menos preparado você se sente para começá-la? Talvez você esteja preocupado porque acha que seu trabalho não terá um padrão alto o suficiente; talvez o trabalho envolva muita pesquisa e preparação e simplesmente você não consegue enfrentar as horas de trabalho árduo. Seja lá qual for o motivo, uma excelente maneira de superar a “procrastinação” é dividir a tarefas em pedaços menores e lidar com cada um deles, um por vez. Como alternativa, você pode passar meia hora fazendo um rascunho ou criando um esboço para o trabalho; dessa maneira, você fará muitas reflexões essenciais de preparação, e quando voltar à tarefa, o trabalho será muito mais fácil.

7. Lidar com distrações
A distração provavelmente é a causa principal do mau gerenciamento de tempo da maioria dos funcionários. E podem existir diversas razões para isso: desde bate-papos on-line, e-mails e ligações particulares, até colegas conversando em voz alta na sala ou interrupções constantes no fluxo de trabalho por comentários e dúvidas. Mas você é capaz de contornar esse problema! Primeiramente, coloque o aplicativo com o qual está trabalhando em tela cheia, assim você não vê nenhuma outra janela. Em seguida, desative todos os sons de notificação de mensagens instantâneas, e-mails, celulares e qualquer outra coisa que possa interrompê-lo. Coloque fones de ouvido com cancelamento de ruídos para deixar claro para seus colegas que você está ocupado. Veja o horário e decida quanto tempo você deseja trabalhar antes da próxima pausa. Agora comece a trabalhar. Confira seus e-mails e mensagens telefônicas somente quando terminar o que você planejou fazer.

8. Faça uma pausa
Por fim, é importante fazer pausas regularmente ao longo do dia, principalmente quando você está lidando com uma tarefa exigente. Seu trabalho será definitivamente melhor, e você reduzirá os níveis de estresse. Não converse com seu colega ou veja e-mails durante essa pausa, isso irá distraí-lo. Apenas pegue uma xícara de café ou algo similar e volte para o trabalho.

Siga essas etapas simples para começar a gerenciar melhor o seu tempo, você não será apenas uma pessoa ocupada, mas sim realmente eficiente. Sua caixa de entrada de e-mails e sua mesa ficarão mais organizadas, sua lista de tarefas ficará menor, seus níveis de estresse serão reduzidos e sua família ficará mais feliz. Não apenas isso, mas conforme você aprende a trabalhar com mais foco e disciplina, a atender prazos e chegar nas reuniões no horário, a qualidade de seu trabalho será notavelmente melhor, o que aprimorará suas perspectivas profissionais em longo prazo. Comece hoje mesmo: faça uma pequena pausa, faça uma lista de tarefas e determine a quantidade de tempo que você possui, e bom trabalho.

UFOs vistos em lançamento de foguete espacial na China

Ufólogos do país acreditam que seres extraterrestres rastrearam a primeira mulher astronauta da China quando disparou para o espaço no mês passado, em 16 de junho. O incidente aconteceu depois que a nave espacial tripulada Shenzhou 9 decolou e saiu da atmosfera, a uma altitude de cerca de 15 mil metros. Câmeras de vídeo com infravermelho capturaram dois objetos não identificados que se deslocavam rapidamente após o foguete.

Isso provocou um debate acalorado entre os partidários da vida alienígena e os mais céticos. “O que mais eles podem ser se não UFOs? Foram mais rápidos do que o foguete!”, disse um investigador. Observadores no lançamento disseram não ter visto as luzes misteriosas cruzarem o caminho do foguete rumo à estação espacial Tiangong 1, em órbita a 343 km acima da Terra. Mas a decolagem foi transmitida ao vivo pela TV por toda a China e os telespectadores foram rápidos o bastante para detectarem o avistamento por fração de segundo – dois objetos brilhantes voam horizontalmente na frente do foguete.

Este não é o primeiro encontro da China com os UFOs, porém isso não seria um negócio tão grande se a Shenzhou 9 não estivesse transportando três seres humanos que incluíram Liu Yang, primeira astronauta feminina da China. Especialistas da área ainda não têm nenhuma explicação para o fenômeno. 

crédito: Borneo Post-Sott

Dois objetos misteriosos (circulados) foram capturados em vídeo durante a decolagem da Shenzhou 9

Dois objetos misteriosos (circulados) foram capturados em vídeo durante a decolagem da Shenzhou 9

 Eles já descartaram a possibilidade de aves, pois a espaçonave não estava em uma atmosfera respirável. Além disso, a maior altitude gravada para um pássaro foi de 11.552 m, em 1975. “Os objetos não poderiam ter sido pássaros porque eles tinham que estar muito quentes para serem capturado pelas câmeras infravermelhas. Aves e seres humanos têm o mesmo calor do corpo, de modo que não aparecem tão brilhantes quanto aquelas luzes”, disse Wang Sichao, pesquisador do observatório Purple Mountain em Nanjing, província de Jiangsu.

Wang também descartou a possibilidade de estrelas, porque nenhuma foi visível durante o lançamento. Os objetos estranhos não poderiam ser peças da nave porque todo mundo as viu rasgarem na parte de trás do foguete e caírem na Terra, enquanto os UFOs estavam em frente do foguete.

“As câmeras estão instaladas em terra, mas eu não sei onde. Se elas não estavam perto do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan (no deserto de Gobi), então os objetos poderiam ser aviões ou talvez as luzes da superfície. Há também muitas outras possibilidades”, acrescentou Wang, que prometeu investigar o “Arquivo X” um pouco mais.

“Eu não posso ter certeza, essas coisas foram baseadas num curto tempo de sua aparição”, disse o mais pessimista, Zhang Yunhua, da Beijing UFO Research Society. “Mas eu me lembro que a mesma coisa aconteceu no lançamento do Shenzhou 5 e 6. Poderiam ser apenas insetos voando na frente das câmeras terrestres”.

Enquanto isso, outro UFO foi relatado no mês passado, quando oito misteriosos objetos luminosos foram vistos rodando o Proton Briz-M após a sua decolagem. A sonda estava carregando o satélite de telecomunicações Nimiq 6 a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, para o espaço sideral. 

crédito: myxnews

Outro frame de tela, com os possíveis UFOs em outra posição

Outro frame de tela, com os possíveis UFOs em outra posição

 Assista o trecho exato:  

Raro mineral lunar foi encontrado na Austrália

Pode ser útil para determinar a idade das rochas em que foi detectado

Chamado tranquillityita e muito raro, o mineral que somente havia sido encontrado em mostras rochosas da Lua há mais de quarenta anos foi descoberto na Austrália, confirmaram fontes científicas à EFE. “É incrível que a tranquillityita exista há todo esse tempo em rochas na Terra e que tenham se passado uns 40 anos desde que foi encontrada na Lua para ser detectada aqui”, disse Birger Rasmussen, líder da equipe da Universidade de Curtin, que fez a descoberta.

A tranquillityita deve seu nome ao Mar da Tranquilidade, superfície da Lua onde foi encontrada pela primeira vez, junto à armalcolita e ao pyroxferroite, durante uma expedição da Apollo XI em 1969. Os dois últimos minerais foram encontrados na Terra nos anos seguintes à viagem à Lua, e há dois anos foi detectada a presença da tranquillityita em mostras rochosas da Austrália Ocidental.

Três longas e exaustivas análises confirmaram que se trata do mesmo mineral encontrado na Lua. Segundo os geólogos, o desenvolvimento da ciência desde 1969, que agora permite moer as pedras em pós extremamente finos para submetê-los a testes isotópicos ou para determinar sua idade, foi muito útil para detectar a presença do mineral na Terra. 

crédito: The Geological Society of America

Seu nome se deve ao Mar da Tranquilidade, na Lua

Seu nome se deve ao Mar da Tranquilidade, na Lua

 Sem querer

A descoberta ocorreu por acaso, quando o grupo de cientistas estava analisando detalhadamente fatias da rocha com um microscópio para detectar elétrons. O mineral, de cor marrom avermelhada, tem forma de pequenas agulhas mais finas que o diâmetro do cabelo humano, e sua composição tem principalmente sílica, zircônio, titânio e ferro.

A tranquillityita, que até agora foi encontrada em seis locais da Austrália Ocidental, está presente em rochas ígneas como a dolerita, conhecida popularmente como “granito negro” e é um dos últimos minerais que se cristalizam do magma. “De fato, suspeitamos que a tranquillityita logo será reconhecida em rochas similares à dolerita no mundo todo”, dizem os cientistas.

O mineral, que aparece em minúsculas quantidades e não tem valor econômico, poderia ser útil para determinar a idade das rochas em que foi encontrado.

Fonte: Revista Ufo

O livre-arbítrio não existe, dizem neurocientistas

O livre-arbítrio não existe, dizem neurocientistas

Novas pesquisas sugerem que o que cremos ser escolhas conscientes são decisões automáticas tomadas pelo cérebro. O homem não seria, assim, mais do que um computador de carne

Aretha Yarak

cérebroO todo-poderoso cérebro: neurocientistas defendem a tese de que o órgão toma as decisões antes mesmo de pensarmos nelas (Thinkstock)

Saber se os homens são capazes de fazer escolhas e eleger o seu caminho, ou se não passam de joguetes de alguma força misteriosa, tem sido há séculos um dos grandes temas da filosofia e da religião. De certa maneira, a primeira tese saiu vencedora no mundo moderno. Vivemos no mundo de Cássio, um dos personagens da tragédia Júlio César, de William Shakespeare. No começo da peça, o nobre Brutus teme que o povo aceite César como rei, o que poria fim à República, o regime adotado por Roma desde tempos imemoriais. Ele hesita, não sabe o que fazer. É quando Cássio procura induzi-lo à ação. Seu discurso contém a mais célebre defesa do livre-arbítrio encontrada nos livros. “Há momentos”, diz ele, “em que os homens são donos de seu fado. Não é dos astros, caro Brutus, a culpa, mas de nós mesmos, se nos rebaixamos ao papel de instrumentos.”

Como nem sempre é o caso com os temas filosóficos, a crença no livre-arbítrio tem reflexos bastante concretos no “mundo real”. A maneira como a lei atribui responsabilidade às pessoas ou pune criminosos, por exemplo, depende da ideia de que somos livres para tomar decisões, e portanto devemos responder por elas. Mas a vitória do livre-arbítrio nunca foi completa. Nunca deixaram de existir aqueles que acreditam que o destino está escrito nas estrelas, é ditado por Deus, pelos instintos, ou pelos condicionamentos sociais. Recentemente, o exército dos deterministas – para usar uma palavra que os engloba – ganhou um reforço de peso: o dos neurocientistas. Eles são enfáticos: o livre-arbítrio não é mais que uma ilusão. E dizem isso munidos de um vasto arsenal de dados, colhidos por meio de testes que monitoram o cérebro em tempo real. O que muda se de fato for assim?

Mais rápido que o pensamento — Experimentos que vêm sendo realizados por cientistas há anos conseguiram mapear a existência de atividade cerebral antes que a pessoa tivesse consciência do que iria fazer. Ou seja, o cérebro já sabia o que seria feito, mas a pessoa ainda não. Seríamos como computadores de carne – e nossa consciência, não mais do que a tela do monitor. Um dos primeiros trabalhos que ajudaram a colocar o livre-arbítrio em suspensão foi realizado em 2008. O psicólogo Benjamin Libet, em um experimento hoje considerado clássico, mostrou que uma região do cérebro envolvida em coordenar a atividade motora apresentava atividade elétrica uma fração de segundos antes dos voluntários tomarem uma decisão – no caso, apertar um botão. Estudos posteriores corroboraram a tese de Libet, de que a atividade cerebral precede e determina uma escolha consciente.

Um deles foi publicado no periódico científico PLoS ONE, em junho de 2011, com resultados impactantes. O pesquisador Stefan Bode e sua equipe realizaram exames de ressonância magnética em 12 voluntários, todos entre 22 e 29 anos de idade. Assim como o experimento de Libet, a tarefa era apertar um botão, com a mão direita ou a esquerda. Resultado: os pesquisadores conseguiram prever qual seria a decisão tomada pelos voluntários sete segundos antes d eeles tomarem consciência do que faziam.

 

Biblioteca

Who’s in Charge? Free Will and the Science of the Brain

Reprodução

Capa livro Gazzaniga

O pai da neurociência cognitiva apresenta argumentos contra o senso comum de que somos guiados pelo livre-arbítrio. Para Gazzaniga, a mente é gerada pelo cérebro, que guiado pelo determinismo biológico define quem nós somos.

Autor: Michael S. Gazzaniga
Editora: Ecco

Nesses sete segundos entre o ato e a consciência dele, foi possível registrar atividade elétrica no córtex polo-frontal — área ainda pouco conhecida pela medicina, relacionada ao manejo de múltiplas tarefas. Em seguida, a atividade elétrica foi direcionada para o córtex parietal, uma região de integração sensorial. A pesquisa não foi a primeira a usar ressonância magnética para investigar o livre-arbítrio no cérebro. Nunca, no entanto, havia sido encontrada uma diferença tão grande entre a atividade cerebral e o ato consciente.

Patrick Haggard, pesquisador do Instituto de Neurociência Cognitiva e do Departamento de Psicologia da Universidade College London, na Inglaterra, cita experimentos que comprovam, segundo ele, que o sentimento de querer algo acontece após (e não antes) de uma atividade elétrica no cérebro.

“Neurocirurgiões usaram um eletrodo para estimular um determinado local da área motora do cérebro. Como consequência, o paciente manifestou em seguida o desejo de levantar a mão”, disse Haggard em entrevista ao site de VEJA. “Isso evidencia que já existe atividade cerebral antes de qualquer decisão que a gente tome, seja ela motora ou sentimental.”

O psicólogo Jonathan Haidt, da Universidade da Vírginia, nos Estados Unidos, demonstrou que grande parte dos julgamentos morais também é feito de maneira automática, com influência direta de fortes sentimentos associados a certo e errado. Não há racionalização. Segundo o pesquisador, certas escolhas morais – como a de rejeitar o incesto – foram selecionadas pela evolução, porque funcionou em diversas situações para evitar descendentes menos saudáveis pela expressão de genes recessivos. É algo inato e, por isso, comum e universal a todas as culturas. Para a neurociência, é mais um dos exemplos de como o cérebro traz à tona algo que aprendeu para conservar a espécie.

O determinismo pela História

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386: Agostinho de Hipona

Nos três volumes da obra De Libero Arbitrio (Sobre o livre-arbítrio), Santo Agostinho rebate o maniqueísmo, teoria que defende que o mundo é dividido entre bem e mal. Defensor ferrenho do livre-arbítrio após sua conversão ao cristianismo, Agostinho acreditava que o mal era fruto da liberdade humana mal utilizada. Como Deus havia criado o homem livre para fazer suas próprias escolhas, cabe a ele agir de forma consciente e escolher entre o bem e o mal.

A mente como produto do cérebro — Como o cérebro já se encarregou de decidir o que fazer – e o ato está feito —, é preciso contextualizar a situação. É aí que entra a nossa consciência. Ela também é um produto da atividade cerebral, que surge para dar coerência às nossas ações no mundo. O cérebro toma a decisão por conta própria e ainda convence seu ‘dono’ que o responsável foi ele.

 

Em outras palavras: quando você para, pensa e toma decisões pontuais, tem a sensação de que um eu consciente e racional, separado do cérebro, segura as rédeas de sua vida. Mas para cientistas como Michael Gazzaniga, coordenador do Centro para o Estudo da Mente da Universidade da Califórnia e um dos maiores expoentes da neurociência na atualidade, não existe essa diferenciação. Segundo ele, somos um só: o que é cérebro também é mente. A sensação de que existe um eu, que habita e controla o corpo, é apenas o resultado da atividade cerebral que nos engana. “Não há nenhum fantasma na máquina, nenhum material secreto que é você”, diz Gazzaniga, que, em seu mais recente livro, Who’s in Charge – Free Will and the Science of the Brain (Quem está no comando – livre-arbítrio e a ciência do cérebro, sem edição em português), esmiúça a mecânica cerebral das decisões. (continue lendo a reportagem)

Michio Kaku, um dos principais físicos da atualidade, explica o livre-arbítrio do ponto de vista da física:

 

Segundo Gazzaniga, o cérebro humano fabula o tempo todo. A invenção de pequenas histórias para explicar nossas escolhas seria uma maneira sagaz de estruturar nossa experiência cotidiana. Essa estrutura narrativa, segundo Patrick Haggard, tem um significado importante na evolução humana.

“Criar histórias sobre as nossas ações pode ser útil para quando nos depararmos com situações similares no futuro. É assim que iremos decidir como agir, relembrando resultados anteriores”, diz. Ou seja, funcionamos na base do acerto e do erro, e da cópia do comportamento de pessoas próximas – principalmente nossos familiares. “Por isso a educação das crianças é tão importante. É um momento em que o cérebro absorve uma grande carga de informações e está sendo moldado, criando parâmetros para saber como se portar, como viver em sociedade.” (continue lendo a reportagem)

Steven Pinker, psicólogo da Universidade de Harvard e autor do livro Como a Mente Funciona, fala sobre o livre-arbítrio:

 

Dúvidas — Em artigo publicado no periódico Advances in Cognitive Psychology, o pesquisador W. R. Klemm coloca em xeque a metodologia usada em diversos dos experimentos recentes da neurociência. Segundo Klemm, que é professor na Universidade do Texas e autor do livro Atoms of Mind. The ‘Ghost in the Machine’ Materializes (Átomos da mente. O fantasma da máquina se materializa, sem edição no Brasil) alguns estudos sugerem que não é possível medir com precisão o tempo entre o estímulo cerebral e o ato em si. O que poderia colocar abaixo toda a tese da turma de Gazzaniga.

O argumento principal do pesquisador, no entanto, recai sobre a generalização dos testes. “Não é porque algumas escolhas são feitas antes da consciência em uma tarefa, que temos a prova de que toda a vida mental é governada desta maneira”, escreve no artigo. Klemm defende ainda a tese de que atividades mais complexas do que apertar um botão ou reconhecer uma imagem devem ser feitas de maneiras muito mais complexas. “Os experimentos feitos são muito limitados.”

Ainda que as pesquisas estejam corretas, os próprios neurocientistas reconhecem que a ideia de um mundo sem livre-arbítrio provoca estranhamento. Eles se esforçam, sobretudo, para conciliar sua teoria com o problema da responsabilidade pessoal. “Mesmo que a gente viva em um universo determinista, devemos todos ser responsáveis por nossas ações”, afirma Gazzaniga. “A estrutura social entraria em caos se a partir de hoje qualquer um pudesse matar ou roubar, com base no argumento simplista de ‘meu cérebro mandou fazer isso’.”

Para o cientista cognitivo Steven Pinker, a solução talvez seja manter a ciência e moralidade como dois reinos separados. “Creio que ciência e ética são dois sistemas isolados de que as mesmas entidades fazem uso, assim como pôquer e bridge são dois jogos diferentes que usam o mesmo baralho”, escreve ele no livro Como a Mente Funciona. “O livre-arbítrio é uma idealização que torna possível o jogo da ética.”

Continuariamos, assim, a viver no mundo descrito por Cássio em Júlio César. “Há momentos em que os homens são donos de seu fado”, diz ele. Neurocientistas como Pinker estão prontos a concordar com isso – desde que se entenda o livre-arbítrio como uma ilusão necessária para o jogo das leis e da ética – e desde que se ponha o cérebro o lugar dos astros, como o grande condutor de nossos atos.

 

Emoção x Razão

Em seu recente livro Thinking, Fast and Slow (Pensando, rápido e devagar, com edição em português prevista para o segundo semestre de 2012), o ganhador do prêmio Nobel de economia de 2002, Daniel Kahneman, defende a tese de que grande parte das nossas decisões são puramente emocionais. Mesmo quando um pessoa acredita que está racionalizando, e que faz um determinado investimento baseado em dados, está, na verdade, agindo pela emoção.

Isso explica por que as pessoas criam empatia por um político apenas pela sua fisionomia ou porque professores tendem a dar melhores notas a alunos que já se destacam. Kahneman ainda discorre sobre a substituição do problema, mecanismo pelo qual criamos opiniões intuitivas sobre assuntos complexos. Quando alguém lhe pergunta, por exemplo: “Quanto você doaria para salvar uma espécie ameaçada?”, a pergunta que você responde é “Quão emotivo eu fico quando penso em golfinhos ameaçados?”

Logo abaixo estão dois testes propostos por Kahneman. Segundo a tese do Nobel, a tendência é que você responda às perguntas motivado pela intuição e pelos estereótipos — deixando de lado a pura racionalidade.

1) Linda é uma mulher de 31 anos, solteira, e muito inteligente. Ela é graduada em filosofia. Enquanto estudante, ela se envolveu profundamente com assuntos como discriminação e injustiça social, e participou de demonstrações antinucleares. Qual a afirmativa correta?

a) Linda é caixa de banco
b) Linda é uma caixa de banco e participa ativamente do movimento feminista

Solução: Nas respostas de todos os grupos avaliados por Kahenaman, houve um consenso: quase 90% dos participantes colocaram a opção caixa de banco e feminista com altos índices de probabilidade. Mas a probabilidade de que Linda seja uma caixa feminista é menor do que a de ser apenas uma caixa de banco. Aqui, fica estabelecido um conflito entre a intuição de representatividade e a lógica de probabilidade. Pela lógica (e não a intuição e o estereótipo), Linda seria apenas uma caixa de banco.

2) Quantos encontros amorosos você teve mês passado?
a) 1 – 3
b) 3 – 5
c) 0

Numa escala de 1 a 5, o quão feliz você está se sentindo esses dias (sendo 5 o mais feliz)?
a) 1
b) 2
c) 3
d) 4
e) 5

Solução: Independente de como foi sua resposta, é bastante provável que a resposta à segunda pergunta esteja diretamente relacionada com a primeira. Se você teve poucos encontros, vai se sentir menos feliz – e vice-versa. Entretanto, quando as mesmas perguntas são feitas em ordens trocadas, a quantidade de encontros não influencia o quão feliz a pessoa se acha. Quando deparado com uma pergunta objetiva (quanto encontros teve no mês), seguida por outra subjetiva (felicidade), a resposta da primeira acaba por influenciar a segunda. Essa projeção é chamada de substituição.

FONTE: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/o-livre-arbitrio-nao-existe-dizem-neurocientistas

Rio é fotografado em Titã, lua de Saturno

A nave Cassini da NASA obteve uma imagem por radar de um rio de 400 km de extensão em Titã, satélite de Saturno. O sistema líquido corre para um vasto mar no pólo norte da lua, e é o primeiro a ser descoberto fora da Terra.

Esse curso é provavelmente preenchido por hidrocarbonetos, tais como etano e metano, que compõem o sistema climático de Titã, chovendo em sua superfície e formando grandes lagos e mares. O vale percorrido pelo rio possui rachaduras nos lados, mas os cientistas não acreditam que, como na Terra, sejam resultado de placas tectônicas.

O rio, comparado ao Rio Nilo no Egito, deságua no Kraken Mare, o maior oceano conhecido de Titã, cobrindo 400000 quilômetros quadrados no pólo norte da lua. A NASA lembra que essa superfície é cinco vezes maior que o Lago Superior na América do Norte.

VÍDEO DO RIO DE TITÃ

A Cassini foi lançada em 1997, em uma missão conjunta da NASA e da ESA. A Agência Espacial Européia forneceu a sonda Huygens, que pousou na superfície de Titâ, de 5150 km de diâmetro, em janeiro de 2005. Foram enviados dados e fotos do satélite até se esgotarem as baterias da Huygens. A Cassini permance em órbita estudando Saturno e seu sistema de luas, e sua missão deve seguir até pelo menos 2017.

Astrônomo diz que vida alienígena será encontrada em 20 anos

Edwin Bergin é professor da Universidade de Michigan e um dos líderes no campo da astrobiologia. Em 2010 ele fez parte de uma equipe que, utilizando o telescópio infravermelho Herschel da ESA [Agência Espacial Européia], descobriu na Nebulosa de Órion elementos essenciais para a existência de vida, como água, monóxido de carbono, formaldeído, metanol, éter dimetílico e outros.

Bergin esteve recentemente no Brasil para participar de um curso sobre a matéria no Observatório Nacional, no Rio de Janeiro, concedendo entrevistas durante sua estadia. Afirmou, por exemplo, que uma das evidências que devem ser procuradas em exoplanetas é a presença de oxigênio molecular, que na Terra só é produzido graças à presença de vida.

Sobre a proximidade do anúncio de descoberta de vida extraterrestre, ele disse: “A inferência de biologia em outro planeta irá levar algum tempo. Hoje, se nós olharmos para outro mundo, em torno de uma estrela diferente, podemos dizer se achamos que ele é habitável. Com isso, queremos dizer que, se o tipo certo de planeta, um mundo rochoso, está na distância certa de uma estrela semelhante ao Sol, então as condições são perfeitas para ter água líquida na superfície”.

Bergin prossegue: “Essa é uma inferência que agora precisa de confirmação. Por esse caminho, eu acredito que nós estamos próximos de inferir a possível presença de vida. Com a próxima geração de telescópios que estamos tentando construir, há esperança de detectar a presença de água e de ozônio, que é um traço de oxigênio molecular. Na Terra, ele só é fabricado pela vida. Então, há esperança de uma detecção verdadeira nos próximos 20 anos”.

O cientista afirma ainda que a descoberta de organismos extremófilos, vivendo na Terra em condições extremas, mostra que a vida é adaptável e pode sobreviver em ambientes antes considerados improváveis em outros mundos. A respeito do anúncio da NASA sobre a bactéria GFAJ-1, que poderia utilizar arsênio, Bergin disse que a agência foi correta na interação com a sociedade e elogiou o trabalho de continuidade na pesquisa que apontou as falhas da investigação.

CRÉDITO: LEONARDO WEN/FOLHAPRESS

Edwin Bergin acredita que a vida alienígena será descoberta nos próximos anos

Edwin Bergin acredita que a vida alienígena será descoberta nos próximos anos

Bergin discutiu também a respeito da formação planetária, em como foi descoberto que o vapor d´água está presente nas nuvens de formação de sistemas solares. Explicou também que, na incorporação dessa substância aos planetas recém-formados, a água age como proteção de outras moléculas que podem exercer papel fundamental na formação da vida. Apontou que em decorrência disso é fundamental pesquisar a água no espaço. Finalizou elogiando o crescimento da comunidade de astrobiologia no Brasil, e ressaltando a importância em incentivar a comunicação entre os vários campos científicos.

Fonte: Revista UFO

Asteroide de 15 metros se aproxima da Terra nesta sexta-feira

Um pequeno asteroide de cerca de 15 metros de comprimento deverá passar bem próximo da Terra nesta sexta-feira. Últimos cálculos mostram que o objeto deverá cruzar a órbita do planeta a apenas 66 mil km de distância, uma aproximação considerada bastante perigosa pelos pesquisadores.
De acordo com dados fornecidos pelo MPC, Centro de Planetas Menores da União Astronômica Internacional e calculados pelo Apolo11, o objeto atingirá a maior aproximação da Terra às 14h32 BRT e cruzará a órbita planetária a uma velocidade estimada de 35 mil km/h. Apesar da distância ser bastante pequena, não há qualquer risco de colisão.

Batizado de 2012 BX34, o objeto foi descoberto no dia 25 de janeiro de 2012 pelas câmeras de vigilância do Catalina Sky Survey, observatório operado pela Universidade do Arizona e que tem como objetivo detectar objetos potencialmente perigosos próximos à Terra. O asteroide também foi detectado algumas horas depois pelo Magdalena Ridge Observatory no Novo México.

Esta não é a primeira vez que um objeto potencialmente perigoso e recém-descoberto passa nas proximidades da Terra. Em 27 de junho de 2011, o asteroide 2011 MD praticamente raspou a alta atmosfera, cruzando a órbita planetária a apenas 12 mil km de distância.
Difícil detecção
Anualmente, diversos asteroides cruzam a orbita da Terra sem serem notados. Essa dificuldade de detecção se deve principalmente ao pequeno tamanho desses objetos. Por refletirem pouca luz, sua observação por telescópios terrestres é praticamente impossível de ser feita com bastante tempo de antecedência.

Para contornar esse problema, as grandes agências espaciais estão usando satélites para fazer uma verdadeira varredura espacial, inclusive em regiões na direção do Sol o que é impossível de ser feito aqui da Terra.
Incógnita
O maior problema é que ninguém, da NASA, a agência espacial americana, ou da ESA, a agência europeia, ou de qualquer observatório sabe exatamente quantos asteroides existem. Nenhum astrofísico, em nenhum centro de pesquisa, pode responder com certeza essa pergunta.

Recentemente, usando dados obtidos pelo satélite infravermelho ISO (Infrared Space Observatory), da ESA, os astrônomos concluíram que existe cerca de 2 milhões de asteroides com mais de 1 quilômetro de comprimento situados no Cinturão de Asteroides, mas o número exato permanece uma incógnita.

 


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